Após ser acusado de pedofilia, Fábio Porchat vai a público expor opinião: ‘Coisas horríveis’

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2 min

Fábio Porchat com a máscara 'Fora Bolsonaro' (Foto: Reprodução)
Fábio Porchat com a máscara 'Fora Bolsonaro' (Foto: Reprodução)
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Após cenas do filme do Danilo Gentilli viralizarem, Fábio Porchat vai a público expor opinião sobre a cena polêmica

Ontem, as redes sociais começaram a cancelar os atores de 'Como se tornar o pior aluno da escola', por uma cena de pedofilia de Fábio Porchat.

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A cena, escrita pelo humorista Danilo Gentilli, passa com Fábio Porchat, um professor pedofilo que tenta abusar sexualmente de dois adolescentes.

Celebridades como Marco Feliciano criticaram veemente o filme (mesmo apoiando na época de lançamento), após vir a tona essa cena explicita.

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A represália em cima de Fábio Porchat é até então, eles terem 'normalizado' uma cena de pedofilia em um filme com faixa etária para 14 anos, segundo críticos das redes sociais, o filme era pra ser censurado.

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Filme de Fábio Porchat com Danilo Gentilli

Filme de Fábio Porchat com Danilo Gentilli

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Algumas pessoas dizem que isso é uma forma de pessoas apoiadoras do bolsonaro para acobertar a alta de 25% dos combustíveis, podendo criticar outra situação.

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ELE SE PRONUNCIA

Fábio Porchat foi a público explicar sobre a situação e criticou o movimento que estavam fazendo contra o filme:

Vamos lá: como funciona um filme de ficção? Alguém escreve um roteiro e pessoas são ão contratadas para atuarem nesse filme. Geralmente o filme tem o mocinho e o vilão. O vilão é um personagem mau. Que faz coisas horríveis. O vilão pode ser um nazista, um racista, um pedófilo, um agressor, pode matar e torturar pessoas”, começou dizendo ao Léo Dias, colunista do Metrópoles.

"Quando o vilão faz coisas horríveis no filme, isso não é apologia ou incentivo àquilo que ele pratica, isso é o mundo perverso daquele personagem sendo revelado. Às vezes é duro de assistir, verdade", comentou Fábio Porchat.

Danilo Gentilli também foi nas redes sociais comentar sobre a situação, o humorista satirizou as críticas: "O maior orgulho que tenho na minha carreira é que consegui desagradar com a mesma intensidade tanto petista quanto bolsonarista. Os chiliques, o falso moralismo e o patrulhamento: veio forte contra mim dos dois lados. Nenhum comediante desagradou tanto quanto eu", comentou.

Fonte: TV História

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Sou Bruno Zanchetta, jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo. Há mais de 4 anos com experiência em redação jornalística, análise e métricas de SEO. Especialista TV Foco em matérias automotivas e esportivas, mas, escrevo um pouco de tudo. Triatleta e torcedor do São Bernardo Futebol Clube! Bruno Zanchetta no linkedin e meu e-mail profissional é: [email protected]