Aquilo que parecia mas deixou de ser

25/07/2013 às 09:41 · Tempo de leitura: 2 minutos

O programa A Liga, da TV Band, inaugurou este ano um ibope que até bateu a TV Globo.

O pessoal da TV Band comemorou.

O segundo programa perdeu 60% do ibope.

O pessoal já não comemorou mais.

O primeiro programa discorreu sobre o assassinato do MC Daleste, que foi um assunto que deu ibope em todos os programas que o abordaram.

Ou seja, não foi A Liga que deu bom ibope no primeiro programa, mas exclusivamente o conteúdo.

A arte de um bom programa está na sua produção buscar bons temas, na sua direção saber dirigir e a apresentação ter carisma.

Mesmo que não se tenham bons produtos em todos os programas, um bom apresentador saber fazer a grande diferença, cativar o povo e manter o ibope bom.

É o caso típico de Marcelo Rezende, que sabe contar a história de uma maneira que o povo se interesse por ela.

A Liga, aliás, tem um formato igualzinho ao programa do Cabrini.

Mas o Cabrini sabe selecionar sempre temas polêmicos e sempre soube mostrá-los de uma maneira a ter um dos melhores ibopes do SBT.

O que a gente constata de maneira inequívoca é que mais importante do que um produto de televisão é quem o faz e sabe fazer.

Texto: James Akel

As opiniões expressas aqui são de responsabilidade do autor do texto, e não reflete a opinião do site TV Foco.

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