Assaí, Carrefour e demais varejistas do setor supermercadista precisarão seguir três exigências obrigatórias que entrarão em vigor em 2026
Em 2026, redes gigantes do varejo alimentar, como Assaí, Carrefour e Atacadão, colocam em prática novas obrigações nas lojas físicas. A mudança atinge diretamente a forma como elas exibem preços e conduzem promoções.
Além disso, as redes respondem à pressão de órgãos de fiscalização e ao aumento de queixas de consumidores. O foco agora recai sobre a transparência total no ponto de venda.
Antes dessas exigências, muitos clientes reclamavam de diferenças entre o valor anunciado na gôndola e o preço registrado no caixa. Esse problema gerava desgaste e prejuízo financeiro. Agora, as empresas ajustam processos internos e reforçam sistemas digitais para evitar novas falhas.

Portanto, elas tratam a questão como prioridade operacional. Ao mesmo tempo, o mercado acompanha cada passo, pois a concentração do setor ampliou o impacto dessas medidas.
A principal obrigação envolve a correção imediata de qualquer divergência de preço. Se o cliente encontra um valor menor na prateleira e o caixa registra outro maior, a loja aplica o menor preço. A regra favorece o consumidor sem discussão prolongada.
Assim, o gerente resolve o impasse no ato e evita que a reclamação avance para órgãos de defesa.
O que significa transparência de preços?
Significa que o valor exibido na etiqueta precisa corresponder exatamente ao valor cobrado no pagamento. Além disso, a loja deve apresentar as condições de promoção de forma clara e legível. Quando a oferta exige cadastro em programa de fidelidade, a informação aparece ao lado do preço. Dessa forma, o cliente entende a regra antes de decidir.
Outra obrigação determina a exibição do preço por unidade de medida. Isso inclui valor por quilo, litro ou unidade. Essa prática permite comparar produtos de tamanhos diferentes com mais justiça.
Portanto, o consumidor não precisa fazer cálculos complexos no corredor. Ele olha a etiqueta e entende quanto realmente paga por cada medida.
As redes também reforçam a conformidade digital. Isso significa que aplicativos, programas de fidelidade e caixas físicos precisam mostrar o mesmo preço em tempo real. Para cumprir essa regra, as empresas investem em softwares integrados e etiquetas eletrônicas. Além disso, elas treinam operadores e gerentes para agir com rapidez diante de qualquer falha.
Muita atenção
Em muitos casos, a loja limita a quantidade de itens promocionais por CPF. CPF significa Cadastro de Pessoa Física, número que identifica cada cidadão junto à Receita Federal. Quando a promoção impõe limite, a etiqueta deve informar claramente essa condição. Assim, o cliente não descobre a restrição apenas no caixa.
Por fim, as novas obrigações já estão em vigor em 2026 e moldam a rotina das grandes redes. Enquanto as empresas buscam evitar multas e proteger margens de lucro, o consumidor ganha mais segurança. Portanto, o ambiente de compra tende a se tornar mais previsível. No fim, a transparência reduz conflitos e fortalece a confiança no varejo alimentar.
