"Assassinato": Jornal Nacional é paralisado às pressas e Bonner confirma notícia mais difícil da semana
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Jornal Nacional, luto e Bonner (Reprodução - Internet)
Bonner confirma o Assassinato de um homem no Rio de Janeiro de forma trágica que assustou a vizinhança
Na noite de ontem no Jornal Nacional, William Bonner entregou a todos os brasileiros uma notícia extremamente chocante sobre a morte de um famoso brutalmente assassinado em sua própria casa no Rio de Janeiro.
Essa notícia chocou a todos os brasileiros que jamais imaginariam tamanha brutalidade e Bonner foi o porta voz dessa denúncia a todos os brasileiros.
O esquema para a morte dele foi arquitetada pelos bandidos e executada por um rapaz, que planejou entrar na casa e assassinar o homem.
William Bonner, âncora do Jornal Nacional, telejornal da Rede Globo (Foto Reprodução/Globoplay)
Jornalista William Bonner (Foto: Reprodução, Globo)
William Bonner - Foto Globo
COMO MORREU BRENT SÍKKEMA?
De acordo com Bonner ao vivo no Jornal Nacional, a polícia do Rio investiga o assassinato do dono de uma das galerias de arte mais importantes de Nova York. Imagens de câmeras de segurança podem ajudar a esclarecer o crime.
As câmeras de segurança mostram que a casa do galerista Brent Síkkema foi vigiada durante 14 horas por quem estava dentro de um carro.
Enquanto isso, Brent Síkkema aparece. Ele atravessa a rua às 16h36, de camiseta, bermuda e chinelo, carregando uma sacola. Uma outra câmera mostra o momento em que ele abre a porta e entra em casa.
Às 14h20 do último sábado (13), o motorista vira à esquerda e entra na região onde o galerista morava, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. Dois minutos depois, estaciona a poucos metros da casa, mas em pouco tempo decide sair.
Instantes depois, ele volta a estacionar em outro ponto da mesma rua. O relógio de uma câmera está com data e hora desreguladas, mas segundo a empresa de vigilância, o carro parou ali às 14h26 e ficou até às 16h53.
Enquanto isso, Brent Síkkema aparece. Ele atravessa a rua às 16h36, de camiseta, bermuda e chinelo, carregando uma sacola. Uma outra câmera mostra o momento em que ele abre a porta e entra em casa.
Às 16h54, o carro se movimenta alguns metros, encontrando uma vaga ainda mais próxima da casa do galerista. Ali, a espera é ainda mais longa – só às 22h42 da noite de sábado o motorista deixa o carro pela primeira vez.
Ele sai novamente, só às 3h43, já na madrugada de domingo (14), atravessa a rua e entra na casa de Brent Síkemma. Fica lá dentro por 14 minutos.
Ao sair, às 3h57, tira um par de luvas que usava e volta pro carro. O corpo do galerista de 75 anos foi encontrado com perfurações de arma branca, na segunda-feira (15), dentro do imóvel.
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