"Assassinato": Jornal Nacional é paralisado às pressas e Bonner confirma notícia mais difícil da semana

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

18/01/2024 às 17:48 · Tempo de leitura: 4 minutos

Jornal Nacional, luto e Bonner (Reprodução - Internet)

Bonner confirma o Assassinato de um homem no Rio de Janeiro de forma trágica que assustou a vizinhança

Na noite de ontem no Jornal Nacional, William Bonner entregou a todos os brasileiros uma notícia extremamente chocante sobre a morte de um famoso brutalmente assassinado em sua própria casa no Rio de Janeiro.

Essa notícia chocou a todos os brasileiros que jamais imaginariam tamanha brutalidade e Bonner foi o porta voz dessa denúncia a todos os brasileiros.

O esquema para a morte dele foi arquitetada pelos bandidos e executada por um rapaz, que planejou entrar na casa e assassinar o homem.

COMO MORREU BRENT SÍKKEMA?

De acordo com Bonner ao vivo no Jornal Nacional, a polícia do Rio investiga o assassinato do dono de uma das galerias de arte mais importantes de Nova York. Imagens de câmeras de segurança podem ajudar a esclarecer o crime.

As câmeras de segurança mostram que a casa do galerista Brent Síkkema foi vigiada durante 14 horas por quem estava dentro de um carro.

Enquanto isso, Brent Síkkema aparece. Ele atravessa a rua às 16h36, de camiseta, bermuda e chinelo, carregando uma sacola. Uma outra câmera mostra o momento em que ele abre a porta e entra em casa.

Às 14h20 do último sábado (13), o motorista vira à esquerda e entra na região onde o galerista morava, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. Dois minutos depois, estaciona a poucos metros da casa, mas em pouco tempo decide sair.

Instantes depois, ele volta a estacionar em outro ponto da mesma rua. O relógio de uma câmera está com data e hora desreguladas, mas segundo a empresa de vigilância, o carro parou ali às 14h26 e ficou até às 16h53.

Enquanto isso, Brent Síkkema aparece. Ele atravessa a rua às 16h36, de camiseta, bermuda e chinelo, carregando uma sacola. Uma outra câmera mostra o momento em que ele abre a porta e entra em casa.

Às 16h54, o carro se movimenta alguns metros, encontrando uma vaga ainda mais próxima da casa do galerista. Ali, a espera é ainda mais longa – só às 22h42 da noite de sábado o motorista deixa o carro pela primeira vez.

Ele sai novamente, só às 3h43, já na madrugada de domingo (14), atravessa a rua e entra na casa de Brent Síkemma. Fica lá dentro por 14 minutos.

Ao sair, às 3h57, tira um par de luvas que usava e volta pro carro. O corpo do galerista de 75 anos foi encontrado com perfurações de arma branca, na segunda-feira (15), dentro do imóvel.

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