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O Idolos, quer dizer QST, quer dizer Astros é bem instável. Até a bancada tem reclamado. Não propriamente da instabilidade em suas atrações, coisa notada pelo telespectador, mas da repetição dos quadros. Tudo bem que treinar malabarismo, ensaiar por horas alguma canção de Adelle, passar semanas para sincronizar toda a turma em um funk ou techno são elementos complicados, mas, cá entre nós, quem ainda aguenta ver este tipo de apresentação? Quando a bancada reclama é por que a coisa anda preta. Basta observar a platéia para notar o desinteresse. Olhe à sua volta, em casa, e note a impaciência das pessoas.

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Está na hora de Astros/QST/Ídolos mudar. Mesmo atingindo o segundo lugar, deve pensar em melhorar, diversificar. Fugir da mesmice é obrigatório em programas assim. Raul Gil, por exemplo, já deve ter percebido isso, está para renovar seu programa; Faro, quem dera, também deveria mudar, tirar o dança gatinho e criar quadro novo. Infelizmente para a emissora, o público quer coisas novas quando assiste um show de talentos. E tão lentos.

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Quanto ao programa trinome, ainda tenho algo para acrescentar, os jurados são muito bons, mas André tem deixado à desejar. Por vezes tenho a impressão que os elogios iniciais transformaram seu jeito de ser. Rimos de Miranda, prestamos atenção ao veredicto do Sacomani, notamos quando Thomas está fazendo onda, ficamos em dúvida se Ciz dirá não, porém o apresentador tem deixado a criatividade de lado. Tirando ele, tudo permanecerá quase da mesma forma. Está na hora de se mexer,  “Astros”.

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