Atacante de R$ 25M está dando adeus a Abel no Palmeiras; Veja mais
Leila Pereira acaba de decretar à saída de atacante de R$25M do Palmeiras, e pega todos de surpresa na manhã desta segunda-feira, 26 de janeiro. A decisão aconteceu no começo da temporada, e teve o aval do treinador Abel Ferreira.
De acordo com informações do portal bolaVip, Bruno Rodrigues não vestirá mais a camisa do Palmeiras. A decisão aconteceu neste começo de temporada. Após o atacante participar de um jogo de várzea, onde era a grande final do Campeonato Municipal de Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte, a direção do Alviverde ficou muito incomodada.
Com isso, desde então, o atacante não teve mais oportunidades com Abel Ferreira, e ao que tudo indica está com os dias contados no lado verde de São Paulo. A ideia de Leila, é negociá-lo com qualquer outro clube que demonstrar interesse. Lembrando que o atacante voltou recentemente de dois sérias contusões no joelho, ficando sem atuar por quase dois anos.
O Cruzeiro, clube em que jogou antes de ir ao Palmeiras, demonstrou interesse em sua contratação. Mas até o momento, nenhuma proposta foi enviada do clube mineiro ao clube paulista. Pedrinho BH espera Tite para decidir as novas contratações para 2026.
Lembrando que a janela de transferências abriu no último dia 3 de janeiro, e tem seu encerramento no dia 28 de fevereiro. Ou seja, quase dois meses para contratar e vender jogadores, tanto do Brasil, como do exterior.
Afinal, o que disse Abel Ferreira sobre vitória no clássico?
Após vencer o São Paulo por 3 a 1, na Arena Barueri, Abel Ferreira disse:
“Olha, cair, aprender. Eu achei que contra o Santos e Mirassol a equipe tinha ido bem. Hoje, a equipe esteve mais aproximada com o que pode ser a equipe do futuro. Esta competição era importante para ver toda a gente, ver os meninos da base. Luis, Larson, Arthur… Ao meio do ano vamos precisar deles. Dar os parabéns. Sei que a derrota é dura, no sub-20 estão chateados. Eles trabalham para isso. É para preparar os jogadores para eu utilizar no profissional”, disse.
“Treinar bem e competir não é uma escolha, é uma obrigação. E às vezes precisamos levar umas chapadas para entendermos isso. Não podemos fugir das nossas responsabilidades. Jogar a bola para o mato porque é jogo de campeonato, não tocar a bola quando estamos na frente do gol, isso é competir. Fizemos isso hoje. A melhor resposta não é com gesto, e sim com ações dentro de campo. Fizemos isso com um dos nossos rivais. Nossa obrigação é competir sempre para ganhar”, completou.
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