
Motos / Logo da Honda - Montagem: TVFOCO
É um fato falar que as motos são meios mais fáceis de se locomover pela cidade do que os carros, já que costumam evitar o trânsito. Contudo, comprar uma motocicleta de boa qualidade nem sempre é possível, por seus preços normalmente serem menos acessíveis.
Desse modo, hoje vamos te mostrar 5 motos usadas de até R$6 mil, incluindo das grandes montadoras, como Honda, para você economizar. As informações são do Motoo.
Motos para você comprar em 2024
Baseada na CB 125, importada comercializada no Brasil desde 1973, a CG 125 foi a primeira moto Honda produzida em Manaus.
Desde então, foram vários modelos em toda a sua “carreira” de sucesso como exemplos da CG a etanol, lançada em 1981.
Em 2005, veio a CG 125 Fan, um modelo de entrada para o mundo das duas rodas, mas foi só em 2016, que ganhou injeção eletrônica de combustível de série.
Contudo, o motor de 124,7 cm³, arrefecido a ar, passou a entregar 11,8 cv a 8.500 rpm e 1 kgfm a 5.000 rpm. O valor de um Honda CG 125 Fan 2005 na Tabela Fipe é de R$ 5.765 em média.

A Suzuki Intruder 125 foi lançada no Brasil em 2002 e a partir de então, foi considerada a menor e mais acessível moto custom da marca nipônica no mercado brasileiro.
O modelo mais barato da linha contava com motor monocilíndrico de 125 cm³, de duas válvulas, comando simples no cabeçote (OHC) e arrefecimento a ar. Tal configuração garantia 11 cv a 9.000 rpm de potência e 0,9 kgfm a 7.000 rpm de torque.
Entretanto, isso mudaria em 2007 com a adoção de um carburador de funcionamento mecânico e com giclê maior.
Dessa maneira, a cavalaria aumentou apenas 1,5 cv a mais (12,5 cv a 8.500 rpm), mas foi no torque que o resultado foi mais satisfatório: 1,19 kgfm a 8.000 rpm. Uma Suzuki Itruder 125 2002 tem preço médio de R$ 4.111, segundo a Tabela Fipe.
A Shineray Worker 125 chegou ao Brasil em 2021 tendo como características o visual retrô, que remete ao das motos café racer dos anos 1960.
Mas, logicamente, de resto, a street é dotada de recursos atualizados tais como sistema de freio à disco na parte dianteira, porta-USB entre outros detalhes.
Focada para ser um veículo confortável para o dia a dia, o motor da moto chinesa é um monocilíndrico de 7,2 cv de potência em 7.500 rpm e 0,8 kgfm de torque a 6.000 giros.
Uma Shineray Worker 125 2022 vale em média R$ 6.473 na Tabela Fipe, um pouco acima dos R$ 5 mil, mas ainda com valor bastante acessível.

A história da Yamaha Crypton é dividida em duas gerações no Brasil.
A primeira compreende o ano de 1997 e termina em 2005 e tinha motor monocilíndrico de 100 cm³, enquanto a segunda fase foi fabricada de 2010 a 2016.
A proposta da fabricante japonesa era nítida, oferecer um meio de locomoção prático e versátil aos menos experientes.
Para isso, a regra básica era uma mecânica simples atrelada ao câmbio rotativo e embreagem semi-automática proporcionando simplicidade de condução.
Além de algumas mudanças visuais, a diferença maior ficou com refrigeração a ar cujo deslocamento de 114 cm³ fez com que a potência subisse 8,2 cv e o torque para 0,88 kgfm de torque.
O valor médio de uma Yamaha Crypton 2005 é de R$ 4.042 (Tabela Fipe).
A Honda Biz se tornou realidade em 1994, quando a divisão dedicada a pesquisas da Honda HRB – Honda Research Brasil, resolveu estudar uma CUB para o nosso mercado.
A nova motocicleta chegou em 1998 tinha clara inspiração na sua antecessora C100 Dream, um modelo de sucesso vendido no Brasil desde os anos 1990.
Porém, na nova Biz, o visual foi modernizado com direito a um prático porta-capacete sob o banco.
Foi vendida nas versões KS (partida a pedal), ES (partida elétrica, que a partir de 2001 se tornou item de série) e EX (antiga Biz +).
Em 2005, a Biz ganhou motor mais potente (124,9 cm³, 9,2 cv a 7.500 rpm e 1,04 kgfm a 3.500 rpm), passando a ser conhecida como Honda Biz 125.
A Biz 125 KS 2006 tem valor médio de R$ 6.660 na Tabela Fipe.

A moto mais barata no Brasil costuma ser a Honda Pop 110i, por até R$8 mil.
Este modelo é conhecido por seu custo acessível, economia de combustível e manutenção simples.
Contudo, os preços podem variar dependendo da região e da concessionária. É sempre bom conferir as ofertas locais e considerar as opções de financiamento ou consórcio.
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