Saiba como garantir aposentadoria do INSS bem acima de R$1.518 adotando uma única atitude

Milhões de trabalhadores sob o regime CLT acreditam que, quando se aposentarem pelo INSS, terão que receber uma renda equivalente a um valor mínimo, como a vigente no valor de R$1.518 ou com um acréscimo bem pequeno.

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No entanto, o que eles não sabem é que existem possibilidades legais de aumentar esse benefício e, por meio de uma atitude simples, a qual pode transformar significativamente o valor futuro.

Trata-se de manter um planejamento previdenciário consciente. Com ele, cada contribuição é aproveitada ao máximo, e pequenos ajustes ao longo da carreira podem resultar em aposentadoria mais alta e segura.

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Um exemplo disso é ficar um dia a mais no trabalho, o que, no final, pode fazer uma grande diferença na hora de ter a aposentadoria aprovada.

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Por que um bom planejamento previdenciário faz diferença?

De acordo com o portal PZ Advogados, a aposentadoria reflete não apenas anos de trabalho, mas também decisões estratégicas tomadas ao longo da vida laboral.

Conforme citamos acima, um único dia adicional de contribuição pode elevar o benefício mensal de forma relevante.

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Em suma, planejar permite:

  • Evitar lacunas de contribuição que prejudicam a carência e a qualidade de segurado;
  • Identificar o melhor momento para solicitar o benefício;
  • Simular valores futuros e projetar diferentes cenários de aposentadoria;
  • Aproveitar direitos adquiridos para aumentar o valor do benefício;
  • Por fim, evitar erros e retrabalho junto ao INSS, economizando tempo e dinheiro.

Além disso, contribuir regularmente garante acesso não apenas à aposentadoria, mas a benefícios como:

  • Auxílio por incapacidade temporária;
  • Salário-maternidade;
  • Aposentadoria por incapacidade permanente;
  • Pensão por morte.

Quem deve contribuir e o que acontece sem planejamento?

  1. Empregados, avulsos e domésticos: Contribuição automática e obrigatória;
  2. Contribuintes individuais e facultativos: Devem pagar por conta própria;
  3. MEI: Contribui com alíquota reduzida, com acesso limitado a alguns benefícios.

Sem contribuições regulares, o trabalhador pode perder a qualidade de segurado, atrasar a aposentadoria e reduzir o valor do benefício futuro.

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Como fazer um bom planejamento previdenciário?

Seguir um passo a passo pode transformar pequenas ações em grandes ganhos:

Organize seu histórico contributivo: Primeiramente, revise todos os vínculos, salários e períodos trabalhados;

Verifique carência e tempo de contribuição: Identifique lacunas que podem ser preenchidas com contribuições extras;

  • Analise regras vigentes e de transição (EC nº 103/2019):
    1. Sistema de pontos: Homens 101 / Mulheres 91 (em 2025);
    2. Idade mínima progressiva: Homens 63 / Mulheres 58;
    3. Pedágio de 50% ou 100% para quem estava próximo da aposentadoria antes da reforma;
    4. Aposentadoria por idade: Homens 65 / mulheres 62;
  • Considere o direito adquirido e o melhor benefício: Ajuste a Data de Entrada do Requerimento (DER) para maximizar valores;
  • Revise o benefício concedido: Verifique se todas as contribuições foram consideradas e se houve aplicação correta das regras;
  • Simule cenários futuros: Avalie quanto cada mês adicional de contribuição ou cada regra de transição pode impactar no valor final;
  • Conte com orientação especializada: Advogados ou planejadores previdenciários podem otimizar o processo e evitar perdas financeiras.

Portanto, um planejamento eficaz transforma decisões aparentemente pequenas em um futuro mais tranquilo e financeiramente seguro.

Ademais, para saber mais detalhes sobre as aposentadorias do INSS, clique aqui*