Ator de O Clone morreu de forma trágica e doença extremamente rara foi descoberta: "Não se mexia"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Guilherme Karam e Eri Johson em "O Clone" (Foto: Reprodução/TV Globo)
Intérprete do personagem Raposão em “O Clone”, da Globo, Guilherme Karam morreu após luta contra doença degenerativa
Estrela da Globo e queridinho de Glória Perez, Guilherme Karam teve uma morte chocante e muito triste após anos de sucesso. O artista que brilhou em “O Clone” (2001) foi vítima de uma doença degenerativa que o impedia de se mover.
O ator sofreu por muitos anos da doença de Machado-Joseph. Seu problema de saúde evoluiu após 2005, com uma condição de saúde que afetava todos os seus movimentos, suas funções motoras e neurológicas.
De acordo com o pai de Guilherme Karam, Alfredo Karam, em entrevista ao jornal Extra, a mãe e o irmão dele também foram vítimas da doença. No final da vida, o ator sequer se movia, podendo se comunicar apenas através do movimento dos olhos.
Em 2012, o veterano deu uma entrevista revelando o estado do filho naquele ano. “Ele herdou da mãe [a doença]. Perdi um filho com a mesma doença. Guilherme fica na cadeira de rodas o tempo todo. Tem horas que ele está lúcido e tem horas que não”, declarou.
O ator estava em situação bastante delicada, até morrer, aos 58 anos, no dia 7 de julho de 2016, após passar dois anos internado no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro (RJ).
QUERIDINHO DE AUTORA
Um dos trabalhos de maior destaque de Guilherme Karam foi como o personagem Raposão, de “O Clone”, que teve uma reprise na tela da Globo entre 2021 e 2022. Ele também participou de outras novelas de Glória Perez, como “Explode Coração” (1995), “Pecado Capital” (1998), além de “América” (2005), que foi sua última novela.
DOENÇA SEM CURA
A doença do ator também é conhecida como “doença do tropeção”, já que os movimentos começam a simplesmente falhar com o passar do tempo. Como é progressiva, os sintomas demoram para começar a aparecer. Ao longo dos últimos anos de vida, a estrela de “O Clone” contava com a ajuda de dois enfermeiros e um fisioterapeuta.
Guilherme Karam como Raposão em “O Clone” (Foto: Reprodução/TV Globo)
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