Luto na TV: A estrela da Globo, que atuou em Pantanal e várias novelas, escondeu câncer e teve triste morte

A perda de grande atriz da emissora (Foto: Reprodução / TV Globo)
Estrela da Globo esteve em várias novelas, descobriu câncer, mas decidiu não falar para a família que já não tinha chances de viver
Uma importante atriz já esteve no núcleo principal da Globo. Famosa desde a juventude, ela sempre foi muito discreta sobre a vida pessoal, apesar do sucesso.
No currículo, a artista em questão colecionou novelas marcantes. Dentre elas, América, onde atuou ao lado de outra grande musa: Juliana Paes. Antes disso, ela passou também por algumas outras emissoras.
Estamos falando de Regina Dourado. Na Manchete, a atriz esteve no elenco da bem-sucedida primeira versão de Pantanal, que ganhou um remake na Globo, no ano passado.

Regina Dourado enfrentava um câncer terminal, mas não havia revelado a situação da doença (Foto: Divulgação / TV Globo)
O último trabalho dela foi na novela Caminhos do Coração, da Record, em 2007. Em 2012, exatos cinco anos depois, a atriz precisou ser internada no Hospital Português da Bahia, por decorrências de um câncer.
Discreta, ela conseguiu manter a doença em segredo, mesmo estando em estado terminal. No mês de outubro daquele ano, ela morreu, aos 59 anos, causando uma grande comoção no meio artístico.
Em uma entrevista à revista Veja, um familiar comentou a perda inesperada. “Ela era uma pessoa muito independente, não sabíamos da gravidade de sua situação”, confessou.

Juliana Paes e Regina Dourado atuaram juntas na novela América, que foi um grande sucesso do horário nobre (Foto: Reprodução / TV Globo)
O que está acontecendo com a Globo?
Apesar das alterações financeiras, a empresa da família Marinho segue com faturamento inalcançável às outras concorrentes. Na verdade, todas essas mudanças e demissões são pensando no orçamento a longo prazo e no atual mercado midiático.
Nos últimos 3 anos, diversos atores, apresentadores e jornalistas foram mandados embora. Agora, a direção tem optado por contratos menores e por obra definida, sem a necessidade de pagar salários milionários por longa data, como acontecia antigamente.