Autor de Tremembé revela estupr0 do Maníaco do Parque dentro da prisão: "Usando cabo de vassoura
O choque entre Pedrinho Matador e o Maníaco do Parque: Descubra por que o PCC proibiu a execução e qual foi a "sentença" de humilhação
Relato de estupr0 contra Maníaco do Parque na cadeia é revelado (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Canva/GMN/ Imagem televisionada em jornais/YouTube/Prime Video/Amazon)
O choque entre Pedrinho Matador e o Maníaco do Parque: Descubra por que o PCC proibiu a execução e qual foi a “sentença” de humilhação aplicada atrás das grades
O submundo do sistema prisional paulista guarda episódios que superam qualquer roteiro de ficção, revelando como a “lei das ruas” se transforma em uma política complexa e brutal atrás das grades. Inclusive, um episódio real e chocante envolvendo Pedrinho Matador e o Maníaco do Parque ilustra bem isso.
Isso porque o encontro desses dois personagens famosos da crônica policial brasileira não terminou em morte, mas em uma humilhação que marcou a história do cárcere e agora ganha novos detalhes por meio de um relato de Ullisses Campbell, autor dos livros-reportagem que inspiraram a série Tremembé (2025), da Prime.
O relato revelado em entrevista ao podcast “Pela Fechadura”, no YouTube, ainda em setembro de 2024, detalha a violação do Maníaco do Parque dentro da prisão e sustenta a tese de que, no sistema prisional, a “honra” é uma moeda de troca e que nem mesmo os criminosos mais temidos estão imunes às ordens das facções que controlam os pavilhões.
Com base nesse relato trazemos abaixo:
- A afronta do Maníaco e a promessa de Pedrinho;
- Por que o assassinato foi “vetado”?
- A violação como sentença;
- Onde ele realmente cumpriu pena?
- Quando estreia a nova temporada de Tremembé?
Confronto de gigantes
A tensão entre Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, e Pedro Rodrigues Filho, o Pedrinho Matador, começou no instante em que seus caminhos se cruzaram em uma unidade de custódia.
O jornalista Ulisses Campbell, revelou que o conflito escalou quando o Maníaco, em um ato de extrema ousadia, cuspiu no rosto de Pedrinho enquanto este fazia exercícios no pátio.
Para Pedrinho, que carregava a fama de “matador de criminosos”, o gesto foi uma declaração de guerra.
Diante da afronta, o assassino prometeu que o Maníaco seria degolado. Mas, esse clima de execução iminente gerou um alerta em todo o sistema, pois uma morte dessa magnitude poderia desestabilizar a ordem interna dos presídios.
O veto de Marcola
A execução do Maníaco do Parque só não aconteceu devido à intervenção direta da cúpula da facção que domina as prisões paulistas. Marcola, líder do PCC, barrou o plano de Pedrinho Matador com uma justificativa puramente estratégica.
Mesmo porque o assassinato de um criminoso tão midiático atrairia uma atenção indesejada das autoridades e da imprensa, provocando operações de repressão e “pentes-finos” que atrapalhariam as atividades da facção dentro da unidade.
Logo, se Pedrinho matasse o Maníaco, ele próprio pagaria com a vida.
Pela primeira vez, o ímpeto assassino de Pedrinho encontrou uma barreira maior que sua vontade de vingança.
Humilhação como pena
Impedido de matar, Pedrinho Matador e seus aliados buscaram uma forma de “cobrar” a afronta sem desobedecer à ordem de Marcola. Durante uma rebelião, a integridade física de Francisco foi o alvo.
Segundo Campbell, o Maníaco do Parque foi estuprado pelos detentos com o uso de um cabo de vassoura:
“Só que aí o que eles fazem? Liderados pelo Pedrinho Matador, quando estoura a rebelião, eles vão para a galeria onde está o maníaco do parque, não o matam, né? Porque o cara está vivo até hoje, mas eles o estupram usando um cabo de vassoura. Tipo: A gente não pode te matar, mas a gente vai fazer um estrago aqui” – Disse o jornalista.
Na hierarquia carcerária, essa forma de violência serve para retirar qualquer resquício de “respeito” ou masculinidade do detento, transformando-o em um pária permanente.
Ele permaneceu vivo, mas sob a marca da maior humilhação possível no código penal das ruas.
O Maníaco do Parque chegou a ser preso em Tremembé?
Vale destacar que Francisco de Assis Pereira cumpriu a maior parte de sua sentença em unidades como a Casa de Custódia de Taubaté e a penitenciária de Iaras.
Embora Tremembé seja o epicentro dessa série, o Maníaco apenas passou pela unidade, não permanecendo nela por longo período.
Quando começa a nova temporada de Tremembé?
A repercussão da primeira temporada da série Tremembé garantiu o retorno da produção ao Amazon Prime Video.
Para quem acompanha os desdobramentos dessa trama que mistura realidade e ficção, os preparativos para 2026 já começaram. A estreia da segunda temporada está prevista para o último trimestre de 2026.
Inclusive, os trabalhos de campo e filmagens da nova temporada foram iniciados em abril de 2026, focando em novos crimes de grande repercussão nacional.
- Elenco: Além do retorno de Marina Ruy Barbosa (Suzane von Richthofen) e Carol Garcia (Elize Matsunaga), a série confirmou nomes como Giovanna Antonelli, Ícaro Silva (interpretando o ex-jogador Robinho) e João Vicente de Castro (no papel de Thiago Brennand);
- Conflitos internos: A nova temporada deve aprofundar a relação entre os “notáveis” de Tremembé e como a chegada de novos presos de alta classe altera a dinâmica de poder na unidade.
Mas se quiser saber mais sobre a série Tremembé, clique aqui*.
Mais lidas
ver todas- Câncer fatal: A morte devastadora de atriz mais amada da Globo e Ana Maria aos prantos com anúncio de luto
- Filha de Sandra Annenberg é uma das mulheres mais lindas
- Carta psicografada de Isabella Nardoni após crime brutal tem recado arrepiante para a mãe: “O dia em que voltarei”
- Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
- "Ainda choram por mim": Carta psicografada inédita de Dinho, do Mamonas, revela culpado por sua morte