Auxílio-doença pagando R$ 8 mil? Entenda requisitos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para acessar benefício em 2026 de forma prática
O auxílio-doença do INSS é para para pessoas que precisem se afastar do emprego por mais de15 dias. Tanto que a partir do 16º dia de afastamento, o segurado já pode agendar a perícia médica pelo INSS e ir em busca dos direitos.
Bom, além das enfermidades que faz a pessoa ser afastada das atividades, uma outra dúvida muito comum é em relação aos valores que o segurado pode receber. Bom isso, é simples.

Valores do INSS
Assim como os demais pagamentos, o auxílio-doença também respeita um teto. Então, o valor mínimo que se pode ganhar é o salário mínimo que está no valor de R$ 1621. Já o máximo é de R$ 8.475,55, o teto limite.
E vale comentar que diferente dos demais benefícios, o auxílio-doença não é baseado no seu último salário ou na média dos últimos 12 meses. O INSS faz uma média aritmética de todas as contribuições realizadas ao longo do seu tempo de trabalho.
Sendo assim, é importante saber as suas contribuições e se tiverem de acordo com o limite máximo, seu auxílio-doença será de mais de R$ 8 mil. Por iso, que abaixo mostramos como que ficaria na prática.

Como receber mais de R$ 8 mil de auxílio-doença?
Primeiramente, é preciso saber os critérios que o órgão leva em consideração. Veja abaixo:
- O INSS calcula a média dos seus salários de contribuição;
- Sobre essa média, aplica-se o percentual de 91% para o auxílio por incapacidade temporária;
- O resultado não pode ultrapassar a média dos seus 12 últimos salários de contribuição.
Sendo assim, você teria que ter um salário de mais de R$ 10 mil ao longo de todo o seu tempo de trabalho para acessar o benefício.

Quais doenças liberam o auxílio?
- Hanseníase
- Tuberculose ativa
- Transtornos mentais e comportamentais severos (como depressão grave, esquizofrenia, transtorno bipolar e ansiedade incapacitante)
- Neoplasia maligna (câncer)
- AIDS/Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
- Cegueira (inclusive monocular)
- Cardiopatia grave
- Doença de Parkinson
- Paralisia irreversível e incapacitante
- Espondiloartrose anquilosante
- Nefropatia grave
- Hepatopatia grave
- Estado avançado da doença de Paget
- Contaminação por radiação
- Acidente Vascular Encefálico (AVE/Derrame)
- Esclerose múltipla
- Doenças musculares crônicas e graves
- Lesões graves na medula espinhal
- Artrite reumatoide e lúpus sistêmico
- Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave.
ALÉM DISSO, VEJA TAMBÉM ESSA NOTÍCIA SOBRE O AUXÍLIO-DOENÇA
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