Comunicado do Banco do Brasil impacta clientes com cartão de crédito e precisa ser lido hoje 09/02
O informe divulgado pelo Banco do Brasil colocou novamente o golpe da maquininha no centro das preocupações de quem usa cartão de crédito. A instituição alertou clientes sobre práticas criminosas que seguem em expansão no país.
O aviso surgiu após o aumento de relatos registrados em canais oficiais do banco. Criminosos exploram situações comuns do cotidiano. Eles agem em restaurantes, postos de combustível, entregas rápidas e pequenos comércios. O pagamento com cartão virou hábito. Por isso, o risco também cresceu.

Além disso, o banco destacou que o golpe não exige tecnologia sofisticada. O criminoso depende de distração e pressa. Em muitos casos, a vítima acredita estar pagando um valor baixo.
No entanto, a tela da maquininha mostra outro número. Em outras situações, o visor aparece quebrado ou coberto. Assim, a pessoa digita a senha sem conferir o valor. O prejuízo só aparece depois, quando a fatura chega.
Como é feito o golpe da maquininha?
O golpe da maquininha funciona de maneiras diferentes. Em uma delas, o golpista altera o valor antes da senha. Em outra, ele afirma que a transação falhou. Logo depois, pede nova tentativa.
Nesse intervalo, ele troca o cartão por outro parecido. Muitas vítimas só percebem horas depois. Esse detalhe chama atenção porque o cartão fica fora do campo de visão.
Outro ponto envolve o pagamento por aproximação. Esse tipo de pagamento usa a tecnologia NFC. NFC significa Near Field Communication. Em termos simples, o cartão conversa com a maquininha por ondas de curto alcance. Basta aproximar para pagar. Essa facilidade acelera compras pequenas.
No entanto, ela também facilita golpes quando alguém manipula a máquina sem cuidado. Por isso, atenção constante se torna essencial.
O que o Banco do Brasil indica para evitar o golpe?
O Banco do Brasil orienta que o cliente sempre confira o valor antes de digitar a senha. O banco também recomenda desconfiar de máquinas com visor danificado. Outra orientação envolve recusar qualquer tentativa depressa forçada.
Segundo o banco, o cliente precisa interromper a compra se algo parecer estranho. Essa atitude simples reduz o risco.
Além disso, a Febraban, que representa os bancos, também alertou consumidores. A entidade explicou que criminosos criam confusão de propósito. Eles falam rápido, desviam atenção e pressionam a vítima.
Por isso, a federação recomenda ativar notificações no aplicativo bancário. Esses alertas avisam cada compra em tempo real. Assim, o cliente identifica cobranças indevidas rapidamente.
Quem sofreu o golpe precisa agir sem demora. O primeiro passo envolve bloquear o cartão imediatamente. O bloqueio pode ser feito pelo aplicativo ou telefone. Depois, a vítima deve registrar um boletim de ocorrência. Esse registro formaliza o caso e ajuda na investigação.
Em seguida, o cliente deve contestar a compra junto ao banco. Em muitos casos, a análise reconhece a fraude e permite o estorno. O tempo de resposta depende da rapidez da comunicação.
Portanto, o alerta do Banco do Brasil reforça uma mensagem clara. O golpe da maquininha continua ativo. Ele se adapta à rotina das pessoas. Porém, informação, atenção e reação rápida reduzem o risco. Ler o informe, entender o golpe e aplicar as orientações protege o consumidor. Por fim, a segurança começa no momento do pagamento.
