INSS comunica novas regras da aposentadoria em 2026; Veja mais sobre elas

Na tarde desta sexta-feira (02/01), o TV Foco traz mais informações sobre as novas regras do INSS em relação a aposentadoria em 2026.

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Em suma, para quem já estava trabalhando quando a reforma da Previdência foi feita, no ano de 2019, as alterações nas condições para quem quer se aposentar passaram a ocorrer todos os anos.

Para quem não sabe, a emenda constitucional 103 mudou as regras de acesso à aposentadoria, ou seja, criação de uma idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens que querem se aposentar, para quem começou a trabalhar após 2019.

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Além disso, as novas regras do INSS também alteraram a fórmula de cálculo dos benefícios e da média salarial, com algumas limitações, com o objetivo de diminuir o déficit.

A partir de agora, trabalhadores que passaram a contribuir com a Previdência Social desde o dia 13 de novembro de 2019, terão essa idade mínima para conseguir se aposentar. E aqueles que já estavam trabalhando antes disso, terão acesso às regras de transição.

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Regras de transição:

  • Por pontos

A regra de transição por pontos determina o direito da aposentadoria ao atingir uma pontuação mínima, somando contribuição e idade.

Em 2026, por exemplo, a pontuação é de 103 pontos para homens e 93 para mulheres.

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  • Idade mínimo menor

A regra válida é a da idade mínima para aposentadoria por tempo de contribuição. Ou seja, homens devem ter no mínimo 35 anos de contribuição e mulheres, 30 anos.

E aí, a idade mínima é de 64 anos e seis meses (para homens) e 59 anos e seis meses (para as mulheres).

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  • Pedágio de 100%

A regra consiste em trabalhar e pagar o INSS por mais 100% do tempo que faltava para a aposentadoria na data de início da reforma.

Vale destacar que no caso da idade mínima, vale a menor do que a exigida para os novos segurados do INSS.

Qual o objetivo das novas regras?

O objetivo da reforma é conseguir economizar R$1,2 trilhão até o ano de 2029, e com as modificações na Câmara dos Deputados, a meta caiu para R$87,3 bilhões nos próximos 3 anos.

Isso se deve ao envelhecimento da população também, isso porque vem mostrando necessidade de nova mudança nas regras. Economistas defendem a desvinculação do piso do benefícios do ao salário mínimo também e o aumento da idade mínima para mulheres, trabalhadores da área rural e professores.