R$ 4 bi: Banco gigante não poupa dinheiro e Grupo Pão de Açúcar recebe proposta absurda por venda

Grande banco faz proposta bilionária para o Grupo Pão de Açúcar (Foto Reprodução/Montagem/Tv Foco)
Grupo Pão de Açúcar recebe uma proposta bilionária de banco gigante
Quem acompanhou as últimas notícias do mercado financeiro já está ciente que o Grupo Pão de Açúcar poderá ser vendido a qualquer momento*SAIBAMAIS*
Segundo o portal Metrópoles, para a surpresa de muitos, o Grupo Pão de Açúcar divulgou publicamente, nesta última quinta feira (29), um documento aonde se destaca uma proposta bilionária que recebeu de Jaime Gilinski.
Pra quem não sabe, o bilionário é presidente da JGB Financial Holding Company, que é dona do banco JGB, um dos maiores bancos da Colômbia, cuja fortuna é avaliada em US$ 5,8 bilhões.

Grupo Pão de Açúcar (Foto Reprodução/Internet)

Jaime Gilisnki, presidente da JGB Financial Holding Company (Foto Reprodução/Internet)

JGB Bank (Foto Reprodução/Internet)
Proposta de bilhões
Conforme divulgado pela nota do GPA, a proposta estava na casa dos R$4 bilhões, sendo que não houve nenhuma negociação anterior. Inclusive, a validade dela seria até 7 de julho deste ano. No caso, Jaime Gilinski compraria os ativos por meio de uma oferta pública de aquisição de ações.
Sendo assim, o conselho do Grupo Pão de Açúcar participou de um encontro extraordinário para debater a venda. Ademais, as ações do grupo dispararam em meio ao noticiário, tendo alta de 13% durante o pregão do dia 29 de junho.
Vale destacar que a proposta do empresário colombiano pelo GPA foi realizada em um contexto de desinvestimento da dona do Grupo Pão de Açúcar no Brasil, a francesa Casino.
Qual foi a resposta do Grupo Pão de Açúcar?
Contudo, ainda que o valor fosse considerável, o conselho do Grupo de Açúcar respondeu, ainda na última quinta-feira (29), que recusou a oferta de Jaime Gilinski. Segundo o portal Refinitiv, a valor de mercado do Éxito é de US$1,3 bilhão.
De acordo com o portal Metrópoles, o Pão de Açúcar afirmou que a oferta de US$ 836 milhões (cerca de R$ 4 bilhões) não responde aos parâmetros adequados de razoabilidade financeira para uma transação desta natureza e, portanto, não atende o melhor interesse do GPA e de seus acionistas.