Alerta urgente! Banco Central emite quatro avisos vitais para idosos com conta na Caixa, Bradesco e outros bancos em 2026; Saiba o que fazer

O avanço da tecnologia no sistema bancário trouxe inúmeras facilidades, mas, ao mesmo tempo, também abriu portas para táticas de manipulação cada vez mais sofisticadas. Por conta disso, o Banco Central (BC), em parceria com a Febraban, intensifica o monitoramento sobre a segurança dos correntistas, ainda mais os que estão acima dos 60 anos, grupo que se tornou o alvo principal de quadrilhas especializadas.

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A estratégia dos criminosos não é apenas técnica, mas psicológica, uma vez que eles utilizam o medo e a urgência para induzir o idoso ao erro.

Sendo assim, estar bem informado sobre como as instituições operam é, hoje, a defesa mais eficaz para proteger o patrimônio construído ao longo de uma vida.

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Banco Central (Foto: Reprodução / Globo)
Banco Central (Foto: Reprodução / Globo)

Para quem deseja blindar sua conta em bancos como Itaú, Bradesco e outros, trazemos um comunicado do Banco Central com quatro alertas aos idosos 60+ abaixo:

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  • A engenharia do golpe;
  • Golpe do falso motoboy;
  • Phishing e links suspeitos;
  • O que o banco jamais fará;
  • Canais de denúncia.

1. Engenharia do golpe

A “Engenharia Social” é a técnica preferida dos estelionatários em 2026.

Nela, o criminoso entra em contato, fingindo ser um funcionário do banco, muitas vezes utilizando aplicativos que mascaram o número de telefone para parecer o oficial da instituição.

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O objetivo é ganhar a confiança do idoso para que ele revele senhas ou códigos de segurança.

Neste contexto, o alerta do Banco Central é claro:

  • Bancos não ligam pedindo senhas nem solicitam que o cliente realize “transferências de teste” para validar o sistema.

2. Golpe do falso motoboy:

Um dos crimes que mais cresceu nos últimos anos envolve o envio de um motoboy à residência do idoso.

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O golpista liga informando que o cartão foi clonado e que, por segurança, ele deve ser recolhido para análise.

Eles chegam a pedir que o cliente corte o cartão ao meio, mas isso é uma armadilha: o chip permanece intacto e pode ser usado em máquinas de cartão.

MAS ATENÇÃO! Bancos nunca mandam funcionários buscarem cartões ou documentos na casa dos clientes.

3. Como identificar sites fraudulentos?

O phishing (pescaria digital) acontece por meio de e-mails, SMS ou mensagens de WhatsApp que contêm links falsos.

Geralmente, a mensagem traz um tom alarmista, como “Sua conta será bloqueada” ou “Recadastramento obrigatório”.

Ao clicar, o idoso é levado a um site idêntico ao do banco, onde insere seus dados. Em 2026, a recomendação é nunca clicar em links externos.

Se precisar de algo, saia da mensagem e abra diretamente o aplicativo oficial do banco instalado no seu celular.

Golpe da falsa central engana milhares de pessoas (Reprodução: Divulgação)
Golpe da falsa central é um dos mais executados e é considerada como uma engenharia social (Foto: Reprodução/Montagem/TV Foco/Internet)

4. O que o banco jamais fará?

Para não cair em ciladas, é fundamental conhecer o protocolo de segurança das instituições financeiras.

O Banco Central destaca que nenhum banco:

  1. Solicita senhas por telefone ou aplicativos de mensagem;
  2. Pede para você baixar aplicativos de “acesso remoto;
  3. Solicita que você faça um Pix ou transferência para “cancelar” uma operação suspeita.
  4. Envia funcionários para retirar cartões, talões de cheque ou dinheiro em espécie.

Como agir ao suspeitar de uma fraude bancária?

Caso o idoso perceba que foi vítima de um golpe ou note movimentações estranhas na conta, o primeiro passo é entrar em contato imediato com o SAC do seu banco para bloquear cartões e acessos.

Em seguida, é essencial registrar um Boletim de Ocorrência (que pode ser feito online em 2026) e formalizar uma reclamação no canal de atendimento do Banco Central (pelo número 145 ou site oficial).

O BC monitora essas reclamações para punir instituições que apresentem falhas de segurança e para aprimorar o combate ao crime organizado.

Mas, para outras regras do BC, clique aqui*.