É fato dizer que os bancos acabam sendo uma parte essencial da vida de milhões de cidadãos. Afinal, instituições financeiras como o Itaú, disponibilizam serviços essenciais e que fazem parte do dia a dia de todos.

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Todavia, além do sucesso de muitas empresas financeiras, outras companhias acabam não prosperando como gostariam e tendo a falência decretada. Aliás, esse é o caso de uma companhia tão popular como o Itaú.

Diante disso, o time de especialistas do TV FOCO, traz à tona maiores detalhes a respeito da falência que atinge banco popular e o Banco Central do Brasil está ciente.

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Adeus de banco nº1

Em suma, estamos se referindo ao Banco Nacional. Fundado em 1944, em Minas Gerais, a instituição começou como Banco Nacional de Minas Gerais. Todavia, mudou de nome em 1972 e aderiram ao famoso nome de Banco Nacional.

Vale dizer que, o banco se destacou no início por características como a divulgação no JN e o pioneirismo em marketing esportivo, como é o caso do famoso patrocínio ao piloto Ayrton Senna. Porém, a instituição entrou em ruína.

Crise e falência

De acordo com o portal Diário do Comércio, no final dos anos 80 e 90, o banco passou a lidar com uma severa crise. Além disso, a companhia veio a ser acusada de adotar uma “contabilidade fictícia” para tentar maquiar os problemas da empresa.

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Todavia, no ano de 1995, o Banco Central decidiu intervir, afastando os gestores do Banco Nacional. Já em 1996, o BC bateu o martelo e realizou a liquidação extrajudicial do Banco Nacional. Dividido em dois, o banco teve uma parte vendida para o Unibanco.

Considerações finais

Considerações finais em lista resumida:

  • O Banco Nacional, fundado em 1944 como Banco Nacional de Minas Gerais, marcou época no sistema financeiro brasileiro;
  • Pioneiro em marketing bancário, ficou conhecido por propagandas no Jornal Nacional e patrocínios ao piloto Ayrton Senna;
  • Ademais, entre os anos 1980 e 1990, enfrentou grave crise financeira com denúncias de contabilidade irregular para mascarar problemas;
  • Em 1995, o Banco Central interveio na instituição, afastando seus gestores;
  • No ano seguinte (1996), o BC decretou a liquidação extrajudicial do banco, dividindo e vendendo parte de seus ativos ao Unibanco;
  • O caso permanece como um dos maiores exemplos de falência bancária na história financeira do país.

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Afinal, qual a diferença entre falência e recuperação judicial?

Em suma, segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.

No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.

A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.