Autarquia federal chamou atenção às duas famílias de notas que circulam pelo país, mas, que aos poucos, vêm desaparecendo

Há quase duas décadas, circulam diferentes tipos de cédulas com o mesmo valor no Brasil. Elas fazem parte de épocas distintas, como parte de uma estratégia do Banco Central contra a falsificação.

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No entanto, a primeira leva, aos poucos, vem saindo de circulação. Apesar de ainda terem validade, a instituição tem retirado as antigas notas e substituído pelas mais recentes, criadas com novos elementos gráficos e mais modernos.

“O Banco Central vem recolhendo as notas da primeira família conforme sofrem desgaste e, assim, gradativamente, as da segunda se tornam predominantes”, disse a autarquia em um recente comunicado.

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Para quem não se lembra, o primeiro formato surgiu em 1994, assumindo oficialmente o lugar do cruzeiro real. Já o segundo passou a circular em 2010. Mas, pelo caminhar da tecnologia, ainda existe a possibilidade de que ambas sejam extintas em breve.

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O Pix se tornou o principal meio de transferência e pagamentos entre os brasileiros (Foto: Agência Brasil)

Desde 2020, o Pix continua crescendo meteoricamente entre os brasileiros e tem batido recordes. Por causa da facilidade, em um único dia, mais de 250 milhões de transações têm registros nos aplicativos.

Segundo um levantamento do Banco Central, 76,4% da população utiliza o serviço. Na sequência, aparece o cartão de débito, com 69,1%, o dinheiro físico, com 68,9%, e o cartão de crédito, com 44,5%. A pesquisa aconteceu com pessoas de todas as classes sociais.

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Banco Central
O Banco Central fiscaliza as atividades bancárias no país, incluindo o uso do Pix (Foto: Agência Brasil)

Afinal, o Pix será taxado?

Em janeiro, a Receita Federal havia anunciado que iria aumentar o monitoramento das transações financeiras, como pagamentos por aproximação, Pix e faturas de cartão de crédito. O assunto, no entanto, gerou uma onda de informações falsas, incluindo uma possível taxação, que não chegou a ser cogitada. Após a repercussão negativa, a instituição voltou atrás.

Banco Central
Dinheiro físico vem caindo em desuso entre os cidadãos, após a chegada do Pix (Foto: Agência Brasil)

Conclusão

  • Em resumo, o Banco Central divulgou um estudo sobre os meios de pagamentos no Brasil;
  • Hoje, o Pix assume o primeiro lugar, superando os cartões de débito, crédito e o dinheiro físico;
  • Surpreendentemente, o meio de transferência chega a ter mais de 250 milhões realizações por dia.

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