Saiba mais sobre o fim de cédulas do real após 30 anos de existência por conta do decreto do Banco Central
Na tarde desta terça-feira (10/02), o TV Foco traz mais informações sobre um decreto do Banco Central referente a algumas cédulas do real após 30 anos.
Para quem não sabe, o Banco Central determinou a retirada definitiva de circulação das cédulas pertencentes à primeira família do Real, que, no caso, foi lançada no ano de 1994;
Segundo informações da própria Instituição Financeira, as notas que estão sendo recolhidas, sofreram desgastes e assim, gradativamente, as notas da segunda família se tornam as predominantes.
Vale destacar que a primeira família do real, criada em 1994, como dito acima, surgiu para substituir o cruzeiro real na época. E a segunda família foi lançada no ano de 2010, representando uma evolução.
As cédulas apresentam, de um lado, a efígie da República e, do outro, animais da fauna nacional, pois representam o Brasil.
Mais detalhes sobre as cédulas da 1° família do Real
- Marca d’ água
Se você segurar a nota contra a luz, você vai ver uma figura. Nas notas de 5 e 10, você pode enxergar a bandeira Nacional. Nas de 2, a tartaruga. Na de 20, o mico-leão dourado e nas de 50 e 100, a efígie da República.
- Imagem Latente
Segundo o Banco Central, se colocar a nota deitada, com o canto esquerdo voltado para você, possível ver as letras BC escondidas nas notas 2 e 20.
- Alto-Relevo
Se você passar os dedos sobre algumas áreas da nota, é possível sentir o alto-relevo.
- Registro Coincidente
Ao segurar a nota em direção à luz, você verá que o desenho das Armas Nacionais aparece completo. As partes impressas no verso casam certinhas com as da frente.
Qual o objetivo da substituição das cédulas?
Além da necessidade relacionada à qualidade das cédulas, como mencionado acima, devemos levar em conta alguns outros pontos.
As notas mais antigas existem há mais de três décadas e muitas apresentam avarias que comprometem a identificação de marcas d’água e outros itens de autenticidade.
E não para por aí, em suma, a convivência de dois padrões distintos de cédulas gera custos adicionais de processamento para o próprio sistema financeiro e para o comércio automatizado.
Com isso, a padronização facilita a operação de caixas eletrônicos e máquinas de venda, garantindo maior agilidade nas transações em espécie.
Mais sobre o assunto
Em suma, a medida afeta todas as cédulas lançadas no início do Plano Real, que possuem tamanho único independentemente do valor de face.
Sendo assim, inclui as notas de R$ 1, R$ 5, R$ 10, R$ 50 e R$ 100, além da edição comemorativa de R$ 10 feita em polímero.
Por fim, mas não menos importante, apenas as notas produzidas a partir de 2010 devem permanecer em circulação a longo prazo.
