Nessa matéria, falamos sobre um decreto do Banco Central que colocou o fim na circulação de várias cédulas clássicas após 30 anos

O Banco Central tem a função de gerir a política econômica, ou seja, garantir a estabilidade e o poder de compra da moeda de cada país e do sistema financeiro como um todo.

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Aliás, a autarquia federal surpreendeu ao tomar uma importante decisão a respeito do fim da circulação de cédulas clássicas como as de R$ 2, R$ 100 e outros valores após 30 anos.

Tanto que em julho de 2024, o Banco Central publicou uma instrução normativa. A nota informava que as primeiras notas de real emitidas no país iam sair de circulação.

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Na ocasião, o Banco Central orientou que os bancos recolhessem as cédulas antigas para substituí-las por novas. Mas, as notas antigas não perderam a validade e podem continuar sendo utilizadas normalmente.

A medida afeta todas as cédulas lançadas no início do Plano Real, que possuem tamanho único independentemente do valor de face. Isso inclui as notas de R$ 1, R$ 5, R$ 10, R$ 50 e R$ 100.

Por conseguinte, apenas as notas produzidas a partir de 2010, que possuem tamanhos variados e elementos gráficos distintos, devem permanecer em circulação a longo prazo.

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Ilustração Banco Central decreta fim de cédulas específicas
Banco Central decreta fim de cédulas específicas (Foto: Montagem/ TV Foco)

Segunda família do real

Já a segunda família do real, as novas notas, começaram a circular em 2010, com os valores de R$ 50 e R$ 100. Em 2012, foi a vez das novas notas de R$ 10 e R$ 20. Em 2013, de R$ 2 e R$ 5.

Vale lembrar que mais recente das notas de real acabou sendo lançada em setembro de 2020, é a de R$ 200, que traz a imagem do lobo-guará. Aliás, essa atualização de ‘catálogo’ é bastante comum.

Como identificar se uma cédula é falsa?

Para saber se uma nota de Real é falsa, use o método “Sinta, Olhe e Incline”. Primeiro, comece conferindo o alto-relevo (toque), a marca d’água (contra a luz), o fio de segurança, o número que muda de cor (R$10, R$20, R$50, R$100, R$200). Além disso, outro detalhe acaba sendo o número escondido (contra a luz), além da faixa holográfica (R$50, R$100) e microimpressões com lupa, que dificilmente são reproduzidas com perfeição nas falsificações.  

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