Banco Central informa o que Nubank, Itaú e mais estão proibidos de fazer em cartões de crédito
Banco Central confirma o que o Nubank, Itaú e demais bancos não podem mais fazer em relação aos cartões de crédito e traz grande alerta
Banco Central traz alerta ao Nubank e Itaú (Foto: Divulgação)
Banco Central crava o que o Nubank, Itaú e demais bancos estão proibidos de fazer em relação ao cartão de crédito que merece a atenção dos usuários
Por conta da Lei nº 14.690, de 3 de outubro de 2023, o Banco Central confirmou uma proibição que acerta os gigantes Nubank, Itaú e quaisquer outras instituições financeiras que ofertam cartão de crédito.
Acontece que essa lei determinou que os juros e custos financeiros sobre a parte da fatura do cartão de crédito que você não pagou ou que parcelou com juros estão limitados a 100% do valor original que deixou de ser pago ou que foi parcelado.
Em resumo, isso quer dizer na prática que se deixou de pagar R$100,00 ou parcelou com juros esse valor, os juros e outros custos do rotativo ou do parcelamento não poderão ser maiores que R$100,00.
Importância da lei
Boa parte dos brasileiros que estão endividados, lidam com essas dívidas exatamente por conta do cartão de crédito. Sendo assim, foi uma mudança na lei bem-vinda para esse grupo.
Os responsáveis pela gestão financeira no país acreditam que instituições como Nubank, Itaú e outros bancos cobravam muito pelos juros e essa limitação, reduzirá um pouco o endividamento.
Uso desesperado do cartão de crédito
Em uma entrevista exposta pelo G1, o atual presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou que 101 milhões de pessoas no Brasil usam cartão de crédito no país.
E essa modalidade que responde por boa parte do endividamento. Os dados se referem a janeiro deste ano. Ele ainda comentou que as pessoas estão tomando linhas de crédito que deveriam ser usadas somente em momentos emergenciais de forma recorrente:
“Nossa dimensão do BC é como a gente consegue construir alternativas para o cliente ter uma opção mais adequada à situação dele”. Por isso que ele acredita na necessidade de uma limitação de preço.
Ele explicou que dependendo da taxa de juros cobrada, poderá produzir limitação de oferta do crédito. “Então pode aumentar situação de desconforto, tema que vem sendo debatido bastante dentro do Banco Central”, declarou.
E quem fez dívida antes da lei?
As pessoas que já estavam endividadas antes da nova legislação vão ter que arcar com o que deve. O Banco Central só pode agir a partir de quando a lei entrou em vigor, que foi em 3 de janeiro de 2024.
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