Banco Central emite comunicado hoje (06/12) sobre nova lei do PIX em vigor 2024 e crava 2 alertas severos
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Banco Central e o PIX (Foto: Montagem/TV Foco)
O Banco Central informou que novas regras do PIX passam a valer, com o objetivo de aumentar a segurança nas transações. Essas mudanças exigem o cadastro prévio de dispositivos e adotam medidas extras para evitar fraudes.
Cadastro obrigatório para novos dispositivos
Os usuários que desejarem utilizar um dispositivo ainda não registrado, como celulares ou computadores novos, precisarão cadastrá-lo na instituição financeira antes de realizar transações acima de R$ 200.
Sem o registro, cada operação terá limite de R$ 200, com um teto diário de R$ 1.000. Para liberar valores superiores, basta fazer o cadastro diretamente no aplicativo do banco.
Conforme explicou Ricardo Mourão, Chefe do Departamento de Competição do Banco Central, o processo de cadastro é simples e rápido.
Ele destacou que o cliente deve acessar a opção de gerenciamento de dispositivos no aplicativo e seguir as orientações fornecidas. Após isso, o dispositivo ficará habilitado para transações dentro dos limites originais do cliente.
Outra exigência das novas regras é o uso de autenticação em dois fatores durante o processo de cadastro. Essa medida busca evitar que fraudadores consigam registrar dispositivos usando informações obtidas de maneira ilícita. Segundo o Banco Central, o mecanismo garante que apenas o titular da conta consiga realizar o cadastro.
Essas mudanças foram elaboradas após discussões no Grupo Estratégico de Segurança (GE-Seg) do Fórum Pix. O grupo, composto por especialistas do setor financeiro e do Banco Central, desenvolveu as soluções focadas em combater golpes que utilizam engenharia social.
Banco Central destaca dois alertas importantes
O Banco Central ressaltou dois pontos essenciais para os usuários:
- Primeiro, dispositivos não cadastrados terão limites rigorosos: Apenas aparelhos registrados poderão realizar transações acima de R$ 200. Assim, o cliente precisará registrar novos dispositivos antes de usá-los.
- Além disso, cadastro exige autenticação reforçada: Para garantir a segurança, o processo exige autenticação em dois fatores, reduzindo significativamente as chances de fraude.
Essas mudanças têm como foco principal reduzir golpes como o da falsa central telefônica. Nesse tipo de esquema, criminosos obtêm senhas de clientes e realizam transações indevidas. Contudo, com a obrigatoriedade do cadastro e o limite para dispositivos não registrados, o Banco Central busca proteger ainda mais os usuários.
Considerações finais
Sendo assim, o Banco Central reforça a importância de os usuários estarem atentos a tentativas de golpe e utilizarem as ferramentas de segurança disponíveis. As medidas fortalecem a posição do Pix como um dos meios de pagamento mais seguros e eficientes do Brasil.
É válido ressaltar que as instituições financeiras já estão adequadas às mudanças e seguem oferecendo suporte para que os clientes realizem os procedimentos com facilidade.
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