“A partir do dia 1”: Banco Central faz exigência sobre o PIX e crava proibição que atinge a Caixa, Itaú e +
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
PIX e Banco Central (Foto: Ache Concursos)
Banco Central anuncia novas regras para o PIX e até proibição
Na última terça-feira, 12, o Banco Central realizou um comunicado com novas regras envolvendo o PIX, que chegará com uma proibição e atingirá os principais bancos, como Itaú e mais.
A instituição financeira anunciou novas regras para a modalidade de transação instantânea, que passarão a valer no dia 01 de janeiro de 2025.
Em suma, a nova regra estabelece que apenas instituições autorizadas podem participar do Pix.
Mas, afinal, o que irá mudar?
De acordo com informações do portal InfoMoney, as empresas que não possuem licença deverão solicitar a autorização até o final de 2024.
“O Banco do Brasil anunciou novas determinações para instituições que desejam participar do sistema de pagamentos instantâneos, o PIX. A partir de 1º de janeiro de 2025, apenas instituições autorizadas pelo Banco Central poderão operar no Pix”, diz a publicação no Instagram do InfoMoney.
Além disso, a nova medida do Banco Central exige que as instituições tenham um capital social e de patrimônio líquido mínimo de R$5 milhões.
Medidas de segurança
De fato, desde o seu lançamento, que ocorreu em 2020, o PIX tornou-se uma das transações financeiras mais utilizadas devido a agilidade.
No entanto, a nova transação também passou a ser vítima de inúmeros golpes no país.
Desse modo, é comum que o Banco Central realize novas mudanças para aumentar a segurança da transação.
Proibição em instituições financeiras
Por exemplo, no dia 01 de novembro, o Banco Central reforçou que transições acima de R$ 200 só podem ser feitas em equipamentos previamente cadastrados pelo cliente dos bancos, seja Itaú, Santander ou outros.
Dessa maneira, a medida irá atingir diretamente os principais bancos, que irão bloquear a transação caso o equipamento não esteja cadastrado.
De acordo com o BC, o objetivo das alterações é garantir um meio de pagamento cada vez mais seguro.
Atualmente, o Banco Central possuí mais de 800 milhões de chaves PIX cadastradas, fato que faz movimentar cerca de R$ 5 bilhões por mês.
Por fim, no próximo ano, a ideia do BC é realizar novas medidas para aumentar a segurança da transação financeira.
Considerações finais
Em resumo, o BC confirmou que a partir do dia primeiro de janeiro as empresas devem ser autorizadas para participarem do pagamento com o PIX.
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Como tirar dúvidas no Banco Central?
Para tirar uma dúvida com a instituição, o cidadão pode falar com a instituição através do “fale conosco”, disponibilizado no site oficial ou pelo número 145 das 8h às 20h.
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