Banco Central emite comunicado sobre falência de um dos maiores bancos e avalia riscos financeiros
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Banco Central do Brasil (Foto: Shutterstock)
O Banco Central emitiu um comunicado sobre a falência de um banco dos Estados Unidos e a fusão de dois bancos suíços
O Banco Central emitiu um posicionamento sobre a falência de bancos americanos e algumas outras fusões, e quais serão esses impactos no Brasil. Em comunicado nesta terça-feira (28), a autoridade monetária assume que as novas movimentações geram várias preocupações.
Para alívio de muitos empresários e pessoas ligadas à economia, o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) avaliou que a falência de dois bancos estadunidenses e a fusão dos dois maiores bancos suíços têm efeito limitado em países que são emergentes, como o Brasil.
“O Comitê seguirá acompanhando de forma atenta essa situação, analisando os possíveis canais de contágio, mas avalia que o impacto direto sobre os sistemas financeiros doméstico e de outros países emergentes é, até o momento, limitado, sem mudanças na estabilidade ou na eficiência desses sistemas financeiros”, afirma o BC.
O Silicon Valley Bank, dos Estados Unidos, faliu (Foto: Reprodução)
O QUE ACONTECEU NOS BANCOS DO EXTERIOR?
O banco SVB (Silicon Valley Bank) registrou a maior falência desde a crise de 2008 nos Estados Unidos, de acordo com o R7. O Departamento de Serviços Financeiros de Nova York tomou posse do Signature Bank para evitar que os clientes passem por muitos prejuízos.
O Credit Suisse garantiu uma ajuda emergencial em meio à luta contra a inflação, que acabou resultando na elevação das taxas de juros que limitam concessão de crédito para conter o avanço dos preços. Isso fez com que UBS comprasse a maior concorrente por R$ 17 bilhões.
NO BRASIL
Fernando Haddad declarou nesta quarta-feira (28) que o Banco Central deve ajudar o Governo a promover crescimento sustentado da economia com inflação baixa.
“Eu sempre insisto nessa tese, pois dá a impressão que um é expectador do outro, e não é assim que a política econômica tem que funcionar. São dois lados ativos, concorrendo para o mesmo proposito, o mesmo objetivo, que é garantir crescimento com baixa inflação”, declarou.
Sede do Banco Central do Brasil (Foto: Enildo Amaral/BCB)
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