Com as novas modalidades digitais do setor bancário, os físicos devem ficar cada vez menos úteis, aponta projeto do BC

Em dezembro, o Banco Central promoveu a 23ª Reunião Plenária do Fórum Pix. Para quem não está por dentro do assunto, o encontro entre figuras da área econômica debateu sobre o novo Mecanismo Especial de Devolução, o MED.

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No evento, estiveram presentes instituições que oferecem o serviço, especialistas do mercado de pagamentos e representantes dos usuários finais. O objetivo é tornar o Pix cada vez mais seguro, com a versão mais atualizada do sistema, que será “2.0”.

Em um comunicado oficial divulgado, o Banco Central ressaltou que prevê o lançamento para o primeiro trimestre de 2026, permitindo que os recursos de transferências fraudulentas tenham rastreamentos, entre outras novidades fundamentais.

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Porém, no mesmo mês em que aconteceu a reunião, o Pix bateu um novo recorde de uso no Brasil. De acordo com o relatório do BC, foram realizadas mais de 250 milhões de transferências em um único dia. Desde 2020, ele vem sendo o principal meio de transação dos brasileiros.

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No Brasil, o Banco Central tem como função fiscalizar as atividades bancárias, fazendo parte do Conselho Monetário Nacional. Apesar do vínculo com o Ministério da Economia, eles ditam novas regras com as mudanças do mercado, mas não interferem nas relações das empresas particulares.

Banco Central
Banco Central fiscaliza as atividades do setor no Brasil, incluindo o Itaú e o PicPay (Foto: Agência Brasil)

Itaú, PicPay e+ atingidos

Entre as outras novidades, aparece o Pix por aproximação. A prática já entrou em vigor, garantindo mais agilidade na hora dos pagamentos. Ele pode ser feito pela carteira digital ou pelo aplicativo dos bancos. Com o crescimento da tecnologia, os cartões físicos vão tendo cada vez menos utilidade.

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Banco Central, PIX
Mais de 225 milhões de transferências via PIX são feitas diariamente, segundo o BC (Foto: Agência Brasil)

Afinal, o que muda?

São 5 pontos importantes:

  • Pix por aproximação
  • Carteira digital (Já oferecida pelo Itaú, PicPay, entre outros concorrentes)
  • Transferências através do aplicativo das instituições;
  • Possibilidade de pagamentos mesmo sem internet;
  • Pix caindo automaticamente.

Conclusão

  • Em resumo, o Banco Central vem promovendo novas mudanças sobre o Pix;
  • Elas incluem o pagamento por aproximação, facilitando o processo de transferências;
  • No fim do ano passado, as transações bateram recorde de mais de 250 milhões feitas em 1 dia;
  • Com as novidades, o número deve subir ainda mais.

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