Tente não se impactar ao saber que o BB emite alerta urgente e crava fundo do poço de rival da Magalu

No Brasil, como todos sabem, podemos contar com grandes empresas, e sem dúvidas, uma delas é a Magazine Luíza, mais conhecida como Magalu.

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Contudo, hoje vamos falar, na verdade, sobre uma rival da gigante citada, que, com nada mais, nada menos que um rombo de quase R$ 1 bi e fechamento em massa, o BB emite alerta urgente e crava fundo do poço de rival da Magalu. Vamos conferir?

Pois bem, sem mais delongas, vamos direto ao assunto. As informações são do portal Money Times.

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Conforme o que foi divulgado pela fonte, após derreter 81% em 2023, o BB Investimentos enxerga mais um ano de ‘seca’ para a Casas Bahia. A título de informação, simplesmente, a corretora rebaixou a recomendação para venda, com preço-alvo de R$ 9,8, potencial de queda de 5% ante o último fechamento de sexta-feira (5). Ou seja, para a analista Georgia Jorge, a ação da varejista continuará no chão em 2024.

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“Após a divulgação do resultado referente ao terceiro trimestre, rebaixamos nossa recomendação para venda diante da apresentação de números fracos que, em conjunto com o momento delicado vivenciado pela companhia, com rebaixamento de ratings corporativos e de crédito, nos acendeu um alerta quanto ao elevado risco de execução de seu plano de recuperação”, destaca a analista.

O que aconteceu com a Casas Bahia?

É importante falar ainda que, segundo a analista, considerando a incorporação de premissas ainda mais conservadoras de crescimento e rentabilidade em 2024 e 2025, o Grupo Casas Bahia segue em um momento desafiador, com desequilíbrio entre a relação risco-retorno.

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Segundo informações do portal Veja, a varejista Casas Bahia, que também é dona da rede Ponto, reportou um prejuízo de 836 milhões de reais no terceiro trimestre de 2023.

Assim, a recomendação é negativa do setor de investimentos do Banco do Brasil para as ações deles. É um reflexo do prejuízo que eles tiveram e que fizeram as ações na bolsa cair.

“Embora as iniciativas de curto prazo da administração em torno de estoque, número de funcionários, despesas de marketing e redução das lojas devam permitir que a empresa entre em 2024 com uma configuração mais enxuta e lucrativa, continuamos a acreditar que a capacidade financeira da empresa para investir estrategicamente e defender iniciativas num mercado altamente competitivo permanece limitada”, afirmam os analistas do banco americano Goldman Sachs em relatório enviado a clientes.

Ou seja, o tombo de quase R$ 1 bilhão da Casas Bahia escancara a crise do varejo.