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Em seu primeiro mês no ar, o “Big Brother Brasil 11″ registrou a audiência mais baixa de todos os tempos.

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Até 24 de fevereiro, o reality show teve, em média, 25,2 pontos no Ibope, quase metade dos 45,7 pontos registrados na quinta edição, seis anos atrás (cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo).

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O programa, dirigido por Boninho, está em queda livre desde 2005, quando conquistava quase 70% dos televisores ligados. Agora, são 41%, média relativamente baixa para a Globo.

Paradoxalmente, o faturamento tem aumentado. A atual edição rendeu à emissora cerca de R$ 380 milhões. A cota principal de patrocínio, que custava R$ 13,5 milhões no ano passado, hoje é vendida a R$16,9 milhões. A Globo está em conversas com a Endemol (empresa dona do formato) para transmitir o programa até 2020.

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Mônica de Carvalho, vice presidente de mídia e business da DM9, agência que anuncia quatro produtos no “BBB”, diz que, embora a audiência caia, “o resultado ainda é muito significativo”.

“Audiência sozinha não significa mais nada”, diz. “O ‘BBB’ pode estar caindo na TV aberta, mas ele é hoje uma plataforma. Está nos canais a cabo, no Twitter, em várias páginas da internet.”

Folha de São Paulo

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