Defesa de ex-BBB26 processa TV Globo e ataca Ana Maria Braga em ação judicial. Advogados alegam linchamento moral e citam ofensas na petição

A representação jurídica de Pedro Henrique Espíndola, ex-participante do BBB26, protocolou uma ação judicial contra a TV Globo contendo termos ofensivos direcionados à apresentadora Ana Maria Braga.

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Nesse sentido, os advogados descrevem a comunicadora como uma predadora de homens jovens na petição inicial, buscando invalidar a autoridade ética da profissional ao comentar a trajetória do cliente no reality show.

De acordo com o documento legal, a postura da apresentadora incentivou um linchamento moral e a criação de um tribunal televisivo contra o ex-confinado.

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A defesa sustenta que a manifestação da jornalista no dia seguinte à eliminação de Pedro Henrique ultrapassou o limite da opinião pessoal, pois configurou uma fala institucional com poder para moldar a percepção dos telespectadores.

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O impacto das declarações na imagem do ex-participante

Os defensores de Pedro Henrique argumentam que Ana Maria Braga exerceu simultaneamente os papéis de investigadora e juíza ao proferir declarações negativas sobre o rapaz.

Eles afirmam que o anúncio de que a apresentadora não teria o desprazer de entrevistá-lo causou um dano imediato à reputação do ex-BBB antes de qualquer apuração oficial.

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Embora a emissora trate os comentários como liberdade de expressão, a defesa acredita que tais palavras ampliaram a exposição negativa do envolvido de forma desproporcional.

Como a comunicadora possui grande influência nacional, os advogados reiteram que as críticas ajudaram a intensificar o processo de execração social enfrentado pelo ex-integrante da casa.

lustração Advogados de Pedro chamam Ana Maria de “predadora de homens jovens”
Advogados de Pedro atacam Ana Maria de “predadora de homens jovens” (Foto: Reprodução/Band)

Pedidos de responsabilização individual e histórico de conduta

A ação judicial solicita que a emissora carioca forneça todos os dados necessários para incluir formalmente a apresentadora no polo passivo do processo indenizatório.

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Conforme aponta o texto jurídico, a profissional atuou como a principal condutora da narrativa depreciativa ao reforçar publicamente uma imagem negativa de Pedro Henrique Espíndola.  “Condutora da narrativa”, destacou o texto.

Ademais, a petição resgata episódios anteriores para sustentar a tese de um suposto padrão de agressividade verbal por parte da apresentadora do programa matinal. Os advogados mencionam uma ocasião em que ela teria expressado o desejo de agredir fisicamente a partcipante Ana Paula Renault.