Canetada do Banco Central crava o que acontece com quem tem R$ 10 mil na poupança do Santander, Caixa e +

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Banco Central do Brasil - Poupança (Foto: Reprodução, Montagem - Tv Foco)
Banco Central do Brasil - Poupança (Foto: Reprodução, Montagem -...
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Banco Central crava decreto sobre o que acontece com quem tem R$ 10 mil na poupança do Santander, Caixa e outros bancos

A poupança, sem sombra de dúvidas, é um dos meios de investimento mais utilizados pelos brasileiros. No entanto, um decreto do Banco Central crava o que acontece com quem tem R$ 10 mil na conta.

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Conforme apurado pelo TV FOCO, o aumento da Taxa Selic afetou em cheio a conta poupança no Santander, Caixa e muitos outros bancos. A seguir, veja mais detalhes sobre isso.

Selic e poupança

De acordo com o Banco Central, no dia 11 de dezembro do ano passado, o Comitê de Política Monetária (Copom), anunciou um aumento surpreendente na taxa Selic, o que não é nada bom para a poupança.

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Conforme as informações divulgadas pelo portal ‘MoneyTimes’, a decisão do colegiado do Banco Central cravou um aumento de 1 ponto percentual da Selic, que saltou de 11,25%, para 12,25%.

Com essa alta, os rendimentos das principais aplicações de renda fixa são diretamente impactados, tornando essa classe de ativos ainda mais atraente para os investidores.

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Banco Central - Poupança (Foto: Montagem - Tv Foco)

Veja abaixo o quanto R$ 10 mil aplicados nos principais títulos de renda fixa do mercado renderiam com a nova taxa Selic, conforme cálculos da equipe de Research da XP:

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- Poupança

A poupança continua sendo o investimento de renda fixa menos rentável. Com a Selic a 12,25% ao ano, R$ 10 mil aplicados nela resultariam em R$ 10.640,71 após um ano.

Em cinco anos, o valor seria de R$ 13.952,78. Atualmente, a poupança oferece 0,5% ao mês (6,17% ao ano), mais a variação da TR (Taxa Referencial).

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Esse cálculo mudará apenas quando a Selic cair para abaixo de 8,5% ao ano, quando a rentabilidade da poupança passará a ser de 70% da Selic, mais a TR.

- Tesouro Selic

Com o Tesouro Selic 2029, os mesmos R$ 10 mil atingiriam R$ 10.902,82 após um ano, R$ 13.275,69 em três anos e R$ 16.254,07 em cinco anos.

Esses valores já são líquidos, ou seja, livres de Imposto de Renda (IR) e da taxa de custódia cobrada pela B3.

- LCI e LCA

As LCIs e LCAs, por sua vez, apresentam rentabilidade superior à do Tesouro Selic e da poupança.

Com a Selic em 12%, R$ 10 mil aplicados nessas opções se transformariam em R$ 10.965,20 em um ano, R$ 13.219,61 em três anos e R$ 16.016,93 em cinco anos.

A equipe da XP considerou os títulos que pagam 85% do CDI, equivalente a um CDB com juro de 100% do CDI. Vale destacar que esses investimentos são isentos de Imposto de Renda.

A Taxa Selic atinge em cheio a poupança sempre quando há mudanças (Reprodução: Internet)

- CDBs

Entre as opções de renda fixa, os CDBs se destacam como as mais rentáveis.

Com R$ 10 mil aplicados, o valor se transformaria em R$ 13.456,36 em três anos (já com o desconto do Imposto de Renda) e chegaria a R$ 16.618,12 em cinco anos.

A decisão do Copom torna ainda mais relevante o acompanhamento dessas opções para quem busca rentabilidade na renda fixa.

Considerações finais

A recente elevação da taxa Selic, de 11,25% para 12,25% ao ano, impactou diretamente os rendimentos das aplicações financeiras.

A poupança, com rendimento de 0,5% ao mês (6,17% ao ano), continua sendo a opção de menor rentabilidade entre os investimentos de renda fixa.

Em comparação, alternativas como Tesouro Selic, LCIs, LCAs e CDBs oferecem rendimentos mais altos, sendo particularmente vantajosas, já que algumas são isentas de Imposto de Renda.

Por exemplo, R$ 10 mil aplicados em CDBs podem gerar R$ 13.456,36 em três anos, enquanto o Tesouro Selic 2029 renderia R$ 16.254,07 em cinco anos.

Em um cenário de Selic mais alta, é importante que os investidores diversifiquem e busquem opções mais rentáveis que a poupança.

Ilustração poupança (Foto: Canva)
Ilustração poupança (Foto: Canva)

O que considerar antes de investir?

Antes de investir em ativos de renda fixa, é importante considerar diversos fatores que influenciam tanto a segurança quanto o retorno do investimento. Aqui estão os principais pontos a serem avaliados:

  • Liquidez: Alguns ativos, como CDBs, LCIs e LCAs, têm prazos de resgate mais longos, afetando a flexibilidade para sacar o dinheiro.
  • Rentabilidade: Geralmente, quanto maior a rentabilidade, maior o risco associado ao emissor. Fique atento ao risco de crédito das instituições.
  • Cobertura pelo FGC: CDBs, LCIs e LCAs são protegidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até R$ 250 mil, mas títulos públicos não têm essa garantia, embora sejam considerados mais seguros por serem emitidos pelo governo.
  • Perfil de Risco: Avalie seu perfil de investidor e alinhe os produtos aos seus objetivos financeiros e ao seu apetite por risco.
  • Taxa de Juros: A rentabilidade dos ativos de renda fixa depende das taxas de juros, como a Selic. Quando a Selic é alta, os retornos tendem a ser melhores.
  • Diversificação: Diversificar os investimentos ajuda a reduzir riscos e melhorar os resultados.

Esses fatores são essenciais para tomar decisões mais informadas e adequadas ao seu perfil de investidor.

Por fim, clique aqui e veja mais notícias envolvendo o Banco Central e poupança.

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Autor(a):

Kelly Araújo é formada em Biologia pelo IFCE. Desde 2014, escreve sobre televisão, bastidores da fama, celebridades e reality shows. Apaixonada por esse universo, acompanha de perto tudo o que movimenta o mundo dos famosos nas redes sociais. Com ampla experiência em produção de conteúdo para o público digital, integra a equipe do TV Foco, contribuindo com matérias que misturam informação, curiosidade e entretenimento. Contato profissional: [email protected]