Internação e risco grave: Ana Paula Araújo para BDBR com alerta máximo da ANVISA sobre remédio nº1 do Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Ana Paula Araújo expõe situação desesperadora envolvendo remédio nº1 e ação da ANVISA é executada (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Canva/Globo)
ANVISA baixa decreto contra remédio nº1 em todo o Brasil após internação de uma paciente e alerta quanto a um risco grave foi anunciado em meio à edição do BDBR.
Em edição do Bom Dia Brasil, jornalístico das manhãs da Globo, no ar no dia 31 de outubro de 2024, Ana Paula Araújo paralisou o país com uma notícia envolvendo um dos remédios mais usados no Brasil, considerado nº1 por milhares de pessoas.
Trata-se do Ozempic, um dos remédios mais usados no controle da diabetes, mas que tem sido amplamente utilizado para perda de peso.
De acordo com a reportagem, após a internação de uma mulher de 46 anos no Hospital Copa D’Or, em Copacabana, Rio de Janeiro, a ANVISA acendeu um alerta máximo e iniciou a retirada de certos lotes do medicamento devido a comprovação de falsificação.
A partir dessas informações, a equipe especializada em fiscalização do TV Foco, traz mais detalhes sobre o ocorrido e os riscos apresentados.
Alerta da ANVISA e lotes falsificados
Embora muitos fazem uso do remédio de forma errônea para emagrecer, esse medicamento é um dos mais indicados para o tratamento de diabetes tipo 2.
A paciente internada afirma ter adquirido o produto em uma farmácia, porém, a ANVISA já havia emitido alertas sobre a circulação de lotes falsificados desse medicamento em todo país em 2023:
- Na ocasião, a ANVISA identificou dois lotes falsificados de Ozempic: MP5C960 e LP6F832. Ambos foram reportados pela própria fabricante Novo Nordisk e repassados à agência em junho e outubro daquele ano.
- Em janeiro deste ano, as autoridades detectaram um novo lote falso, identificado como MP5A064, com data de validade até outubro de 2025 e embalagens com descritivos em espanhol.
- Conforme alertado pela ANVISA, o lote apresentou “características divergentes das do medicamento original, como concentração e idioma na embalagem” – o que o configura como falso.
Decreto
Posteriormente, a agência emitiu um decreto determinando que as ações de fiscalização se aplicassem a esse lote específico, cujo qual apresenta concentração de 1,34 mg/mL.
Além disso, no início deste ano, a Anvisa proibiu a venda de todos os lotes de Ozempic e outros medicamentos no site “manual.com.br”, por constatar que os produtos eram fabricados por uma empresa desconhecida e sem nenhum registro sanitário.
Risco grave
De acordo com um alerta emitido no inicio deste ano pela OMS, a escassez global de medicamentos que com semaglutida, princípio ativo do Ozempic, foi o que causou o aumento de falsificações.
Vale destacar que a venda de produtos falsificados representa um risco grave. Conforme mencionamos acima, o uso indevido do medicamento para perda de peso, ainda ajudou a gerar um mercado paralelo ainda mais nocivo e letal.
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O uso de medicamentos falsificados são perigosos pois podem contar com substâncias de origem duvidosa ou em concentrações inadequadas.
No caso da paciente internada no Rio de Janeiro, o uso de uma versão adulterada de Ozempic pode ter causado reações adversas graves, como:
- Infecções;
- Complicações metabólicas.
Como identificar falsificações no Ozempic?
A ANVISA orienta que os consumidores fiquem atentos a sinais de falsificação, como embalagens com informações em outro idioma ou discrepâncias na concentração do medicamento.
Além disso, é fundamental que medicamentos sejam adquiridos apenas em farmácias autorizadas e que o consumidor verifique sempre se o produto possui registro válido junto à agência reguladora.
MAS ATENÇÃO! A Novo Nordisk não tem responsabilidade alguma sobre o produto comercializado de forma ilegal e falsificada.
Inclusive, o Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, colabora com a ANVISA a fim de monitorar e combater a circulação de produtos falsificados.
Além disso, ela pode processar, por meios legais, empreendimento/ comerciantes que fazem uso do seu nome patenteado/produto de forma ilícita, no intuito de tirar vantagem ou lesar o consumidor.
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Conclusões finais:
Em suma, a circulação de Ozempic falsificado no Brasil gera riscos sérios à saúde, como demonstrado pelo caso da mulher internada no Rio de Janeiro:
- A ANVISA já identificou vários lotes adulterados e reforça a importância de comprar medicamentos apenas em farmácias autorizadas.
- Com a escassez global do produto, o mercado paralelo cresce, aumentando o perigo de consumo de versões falsas.
- Para evitar complicações, é crucial seguir as orientações da Anvisa, verificar a procedência dos produtos e estar atento a possíveis sinais de falsificação.
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