“Big Brother Brasil 14” pecou ao optar por início com versão ‘turbo’

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Reality tem início tumultuado

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A décima quarta edição do reality show mais comentado do país, o “Big Brother Brasil”, estreou no dia 14 deste mês na Globo e, passados apenas doze dias, quatro participantes já deram adeus à disputa por um milhão e meio de reais.

Uma coisa é certa: o “BBB14” pecou ao optar por início com versão ‘turbo’. Desde o início o célebre Pedro Bial assim intitulou o reality, e de fato nenhuma outra edição teve um começo tão frenético como essa. Entretanto, vi muito mais desvantagens com essa estratégia.

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Para começar, com a pressão de ter que entregar o mais rápido possível para o fenômeno “Amores Roubados”, o reality teve uma primeira semana curta em termos de duração. A própria estreia se deu em apenas meia hora, com isso, não foram mostradas nem as clássicas reações dos participantes quando descobrem que foram selecionados.

A versão ‘turbo’ ocasionou maiores problemas técnicos, impediu que a famosa vinheta do programa fosse mostrada, dificultou a identificação do público com os participantes, provocou um maior estresse em seu apresentador (Pedro Bial nunca esteve tão aborrecido), atrapalhou a participação de Valdirene (Tatá Werneck) e também não deu espaço para a produção do Mr. Edição.

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Mas em meio a todas as consequências negativas decorrentes da incorporação da versão ‘turbo’, versão esta que tem prazo de validade já confirmado por Boninho, há uma positiva: a redução do tempo dos discursos de Bial nas eliminações.

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Texto: Danyllo Junior

Contato: [email protected]

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Escreve artigos de opinião sobre televisão desde 2009. Enfermeiro, Mestrando da UFRN, autor de livro - Morte Gêmea - e contos, e apaixonado pelos afins da televisão. Integra a equipe do TV Foco/iG desde maio de 2013, assinando atualmente a coluna semanal ‘Ligado na TV’, na qual lança seu olhar sobre o curioso universo televisivo. (e-mail: [email protected])