
Virginia e Zé Felipe (Foto: Reprodução)
O processo de divórcio entre Virginia Fonseca e Zé Felipe foi oficialmente concluído nesta semana, marcando o fim de um casamento que durou pouco mais de quatro anos.
A separação tramita desde junho perante a Justiça de Goiás, mas foi só agora que o acordo foi homologado.
Contudo, com isso vêm os detalhes que chamam atenção tanto dos fãs quanto dos veículos de imprensa. Se quiser entender os impactos dessa decisão, continue lendo.
Segundo o Portal Leo Dias, nos termos do acordo divulgado, o cantor assumiu o compromisso de pagar R$ 60 mil mensais em pensão alimentícia, destinados aos três filhos do casal.

O valor será dividido igualmente, garantindo R$ 20 mil por criança, “para manter o padrão de vida que eles tinham durante a convivência dos pais”.
Valor da pensão:
A guarda dos filhos foi definida como compartilhada, com residência fixa junto à mãe, Virginia.
Porém, ainda que Zé Felipe tenha o direito de conviver com as crianças, ficou estipulado que ele deve avisar com ao menos 24 horas de antecedência ao buscá-las na casa da influenciadora.
O divórcio formaliza também uma mudança de identificação pessoal para Virginia, que voltará a usar seu nome de solteira.
Agora, passando a assinar como Virgínia Pimenta da Fonseca Serrão, conforme informado pelos autos do processo.
A separação segue os trâmites de forma amigável no tocante à pensão e guarda, mas a partilha de bens continua pendente e tramita em outra ação judicial que ainda não teve desfecho.
Zé Felipe protocolou o pedido de divórcio em 25 de junho e, desde então, agilizou o processo até concluir a homologação nesta segunda-feira, 14 de julho.
Zé Felipe deixou a casa que os dois construíram e moravam com os filhos. Assim, mudando-se para uma nova residência a cerca de 300 metros do lar familiar em Goiânia.
No entanto, Virginia permaneceu na casa em que viviam juntos, onde segue criando os três filhos e mantendo sua rotina.
Por fim, apesar do fim oficial, o ex-casal ainda não se manifestou oficialmente por meio de suas assessorias.
Contudo, o silêncio institucional reforça a ideia de que os próximos capítulos envolvem principalmente questões patrimoniais e burocráticas, enquanto o bem-estar dos filhos segue como prioridade.