Veja detalhes sobre o pagamento e calendário do Bolsa Família em fevereiro de 2026
O governo federal inicia os repasses do Bolsa Família referentes a fevereiro de 2026 no dia 12, priorizando beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) final 1. Famílias numerosas podem alcançar o montante de R$ 1.200 neste mês, somando o valor base aos benefícios complementares e ao Auxílio Gás.
Para atingir esse teto, a composição do benefício considera a parcela fixa de R$ 600 somada a três adicionais de R$ 150 por criança, totalizando R$ 1.050. Quando o Vale Gás é acrescido a essa conta, o valor final ultrapassa os R$ 1.150, arredondando o suporte financeiro para cerca de R$ 1.200 por núcleo familiar qualificado.
Calendário de pagamentos de fevereiro
A Caixa Econômica Federal libera os recursos de forma escalonada nos últimos dez dias úteis do mês. Portanto, a família deve observar o último dígito do cartão para saber a data exata. Confira o cronograma imediato para fevereiro:
- NIS final 1: 12 de fevereiro;
- NIS final 2: 13 de fevereiro;
- NIS final 3: 18 de fevereiro;
- NIS final 4: 19 de fevereiro;
- NIS final 5: 20 de fevereiro.
Os depósitos continuam na semana seguinte. Assim, o ciclo se encerra no dia 27, garantindo que todos os grupos recebam dentro do mês de competência, conforme a organização oficial do programa.
- NIS final 6: 23 de fevereiro;
- NIS final 7: 24 de fevereiro;
- NIS final 8: 25 de fevereiro;
- NIS final 9: 26 de fevereiro;
- NIS final 0: 27 de fevereiro.
Cronograma anual e antecipações
Conforme informações do portal ‘G1’, o planejamento anual segue um padrão regular, exceto em dezembro, quando o governo antecipa o calendário. Dessa forma, entre março e novembro, os pagamentos ocorrem geralmente entre os dias 18 e 30 de cada mês.
Entretanto, é fundamental que os beneficiários fiquem atentos a possíveis alterações ou antecipações regionais decorrentes de calamidades públicas. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social costuma anunciar essas exceções pontualmente.
Critérios de elegibilidade e renda
A regra principal para ingresso no programa exige que a renda mensal familiar seja de, no máximo, R$ 218 por pessoa. Logo, o responsável deve somar todos os ganhos da casa e dividir pelo total de integrantes.
Se o resultado for inferior a esse limite, a família se torna elegível. Todavia, a entrada não é automática. É necessário estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico) e manter os dados atualizados a cada dois anos.
Adicionais e condicionalidades
Além do valor base, o programa oferece incentivos financeiros específicos. Por exemplo, há um repasse extra de R$ 150 para crianças de até seis anos e R$ 50 para gestantes e jovens entre 7 e 18 anos incompletos.
Contudo, para manter o benefício, as famílias devem cumprir contrapartidas obrigatórias na saúde e educação. Isso inclui a frequência escolar regular de crianças e adolescentes, além do acompanhamento pré-natal para gestantes e vacinação em dia.
Movimentação e saque do benefício
A Caixa permite a movimentação integral dos valores digitalmente. Por conseguinte, o beneficiário utiliza o aplicativo Caixa TEM para pagar contas, fazer transferências ou compras com cartão de débito virtual.
Caso prefira o dinheiro em espécie, o saque ocorre em terminais de autoatendimento, casas lotéricas e correspondentes bancários. O cartão do programa também funciona na função débito em estabelecimentos comerciais.
Como consultar se o benefício foi bloqueado?
Muitas famílias têm dúvidas sobre a continuidade do pagamento. Para verificar a situação do benefício, basta acessar o aplicativo oficial do Bolsa Família ou o Caixa Tem.
Caso haja alguma notificação de bloqueio ou cancelamento, o responsável familiar deve comparecer a um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) imediatamente para regularizar as pendências cadastrais.
