Beneficiários do Bolsa Família precisam ficar atentos a uma exigência importante. Saiba o que deve ser feito para evitar a perda do pagamento

Milhões de brasileiros dependem do Bolsa Família para complementar a renda e ajudar nas despesas de casa. O programa atende cerca de 19 milhões de lares e, de fato, faz diferença para aqueles que vivem em situação de vulnerabilidade. Por isso, é muito importante todos estarem atentos às regras do auxílio.

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Uma das exigências que merece atenção está relacionada à renda mensal por pessoa da família. Quem recebe o Bolsa Família precisa ficar atento aos limites definidos pelo governo, já que ultrapassar determinado valor pode levar ao cancelamento do auxílio.

De acordo com o Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, para entrar no programa, a renda mensal por pessoa da família deve ser de até R$ 218. No entanto, muitas famílias conseguem melhorar a situação financeira após começarem a receber o benefício, e é aqui que vale ter bastante atenção.

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Nesses casos, existe uma regra de proteção criada para evitar que o auxílio seja encerrado quando ocorre um aumento na renda familiar. Atualmente, famílias que passam do limite de entrada podem continuar no programa, desde que a renda per capita não ultrapasse R$ 706 por mês.

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O que acontece quando a renda passa de R$ 706?

Como já destacamos, esse é o ponto que exige mais atenção dos beneficiários. Enquanto a renda por pessoa permanecer em até R$ 706, a família pode continuar recebendo o Bolsa Família por até 12 meses, mas com o pagamento reduzido para 50% do valor original.

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Bolsa Família (Foto: Site do PT)

Ademais, quando a renda mensal por integrante ultrapassa os R$ 706, a família deixa de atender aos critérios da regra. Nessa situação, o benefício pode ser cancelado. Por isso, manter os dados atualizados e informar corretamente qualquer mudança na renda é fundamental para evitar problemas futuros.

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Cadastro Único obrigatório para receber o auxílio

Outro requisito importante é estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico), sistema utilizado pelo governo para identificar famílias de baixa renda. O cadastro pode ser feito nos postos de atendimento do CadÚnico ou nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) do município.

Vale lembrar que a inscrição no CadÚnico não garante a entrada automática no Bolsa Família. Após o cadastro, o governo analisa as informações da família para verificar se ela atende aos critérios do programa. Por fim, é muito importante sempre manter as informações de cadastro atualizadas.

Atenção às regras para não perder o benefício

Quem recebe o Bolsa Família deve acompanhar de perto a renda familiar e observar o limite de R$ 706 por pessoa previsto na regra de proteção. Caso esse valor seja ultrapassado, o benefício poderá ser encerrado.

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Além disso, manter o Cadastro Único atualizado é uma medida importante para continuar dentro das regras e evitar bloqueios ou cancelamentos do auxílio.

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