Bom Sucesso: Alberto comete crime antes da morte e choca advogado
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Alberto em cena da novela Bom Sucesso (Foto: Reprodução)
Alberto em cena da novela Bom Sucesso (Foto: Reprodução)
O editor da novela Bom Sucesso, Alberto, sobreviveu a mais uma tentativa de assassinato e fará de tudo para salvar a vida de Gabriela
Alberto (Antonio Fagundes) teve a vida por um fio após nova armação de Diogo (Armando Babaioff) para tirar sua vida em Bom Sucesso. Depois de tentar assassinar o empresário com um chá envenenado e de bater nele o deixando muito doente, o vilão orquestrou a queda de um refletor para matar o editor, mas foi Gabriela (Giovanna Coimbro) que o salvou e ficou entre a vida e a morte.
Elias (Marcelo Faria) voltará à cidade de Bonsucesso nos próximos capítulos da novela para salvar a filha, mas exigirá uma verdadeira fortuna da família Prado Monteiro para fazer a doação de sangue necessária para a sobrevivência da filha que ele teve com Paloma (Grazi Massafera).
Preocupado com a situação da menina que salvou, Alberto falará com seu advogado Machado (Eduardo Galvão) para disponibilizar a quantia, mas receberá um alerta. “Alberto, quero deixar bem claro que, como seu advogado e amigo, eu não aconselho dar dinheiro para esse bandido. Isso pode trazer sérias complicações”, dirá.
Alberto (Antonio Fagundes) em Bom Sucesso (Foto: Reprodução/Globo)
“Que complicação poderia ser mais séria que a vida da Gabriela?”, questionará o dono da Prado Monteiro. “Eu entendo a sua angústia, mas, antes de mais nada, pela lei, você está sendo conivente com um crime, pagando por esse sangue”, explicará o advogado. “Isso quer dizer que eu poderia ser preso?”, perguntará o idoso.
Na sequência, o advogado explicará alguns tramites que Alberto deve seguir. “Você vai ter que justificar o motivo desse saque. E depois tem o imposto de renda”, acrescentará ele. “Machado, essa menina salvou a minha vida, ou, pelo menos, adiou a minha morte”, explicará Alberto, caridoso.
“Eu devo isso a ela, e vou fazer tudo que esteja ao meu alcance para salvar a Gabriela. Infelizmente, eu não tenho como obrigar um pai a doar sangue para filha. Deveria existir uma lei sobre isso”, concluirá o editor na sequência.
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