Bonner e Renata começam JN com notícia absurda e deixam brasileiros revoltados: "Indignação"

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

21/10/2022 às 23:06 · Tempo de leitura: 3 minutos

Renata Vasconcellos e William Bonner no "JN" (Foto: Reprodução/TV Globo)

Bonner e Renata mostraram uma vítima de racismo que contou ao “JN”, da TV Globo, o que passou com um comerciante na zona norte do Rio

William Bonner e Renata Vasconcellos começaram o “JN” com uma notícia revoltante nesta sexta-feira (21). A dupla da Globo revelou que mais um caso de racismo afetou uma cidadã brasileira, na mesma semana em que aconteceu o crime contra o músico Eddy Júnior.

“Mais um caso de racismo provoca indignação. A vítima é uma mulher à procura de emprego. E o ‘Jornal Nacional’ mostra o que a lei prevê para crimes dessa natureza”, afirmaram os jornalistas na escalada do telejornal.

“O polícia do Rio prendeu hoje um comerciante por crime de racismo. A vítima estava a procura de emprego”, anunciou Renata Vasconcellos na matéria. “Eu fiquei tremendo, passei mal. Pra falar a verdade eu nem dormi. Estou sem entender por que a gente vive em um país desse jeito”, lamentou.

“A Beatriz e duas parentes viram um cartaz com anúncio de vagas de emprego nessa loja na zona norte do Rio. Foram recebidas pelo dono”, explicou o repórter Diego Haidar.

“Ele perguntou se era para uma ou se era a para a outra, que eram minha comadre e a mãe dela com um tom de pele mais claro que o meu, e disse que se fosse para elas sim, mas para mim não”, contou a vítima para o “JN”.

A polícia conversou com o homem chinês e ele enfatizou o racismo através de uma mensagem traduzida pelo celular. “A mulher tinha uma pele abaixo do padrão, então ela não foi recrutada para o trabalho”, dizia o texto.

CRIME

Lojistas e moradores locais manifestaram com cartazes em frente ao bazar, que não abriu. O homem foi indiciado pelo crime de racismo e Polícia Civil afirmou que o empresário cometeu o crime por negar emprego para pessoas negras.

“A gente já está cansado. Eu sei que vai ficar na minha cabeça um bom tempo. Eu já defendi muitas pessoas e pensei que isso nunca aconteceria comigo”, lamentou Beatriz.

INJÚRIA RACIAL E RACISMO

William Bonner também mostrou que existem duas mobilidades que compreendem o crime contra raças. “A legislação brasileira estabelece diferenças entre crimes de racismo e injúria racial. A injúria é tratada como um crime menor”, explicou.

Vale ressaltar que o crime de racismo é inafiançável e imprescritível.

Beatriz revelou crime de racismo em reportagem de Diego Haidar, no “JN” (Foto: Reprodução/TV Globo)

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