"Moeda nacional": Bonner paralisa JN com anúncio do Banco Central e desfecho histórico do Real após 30 anos

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

12/02/2025 às 13:30 · Tempo de leitura: 5 minutos

Banco Central / William Bonner - Montagem: TVFOCO

No Jornal Nacional, da Globo, Bonner confirma anúncio do Banco Central e desfecho histórico do Real após 30 anos

Na edição do último dia 11/02/2025, do Jornal Nacional, da Globo, o âncora William Bonner acabou confirmando um anúncio do Banco Central com direito a desfecho histórico do Real após 30 anos de história.

Na ocasião, foi informado que desde que o Brasil adotou o real como a moeda nacional, nunca houve uma inflação tão baixa em um mês de janeiro deste ano: 0,16%. O custo de habitação caiu e colaborou muito nesse resultado.

Assim, no JN, William Bonner disparou: “Mas, em 12 meses, o IPCA acumula 4,56%, acima do teto da meta do Banco Central”, disse.

Banco Central (Foto: Reprodução / Globo)

Entenda

Em síntese, o avanço de 0,16% do IPCA de janeiro é em grande parte fruto de um alívio temporário causado pelo desconto na tarifa de energia elétrica, segundo informações do portal Veja.

Em síntese, os preços de bens e serviços do país subiram 0,16% em janeiro, menor taxa para o mês desde 1994, ano da implantação do Plano Real. 

As informações dão conta de que a desaceleração do IPCA foi influenciada, principalmente, pela queda de 14,21% nos preços da energia elétrica residencial. O subitem exerceu o impacto negativo mais intenso (-0,55 ponto percentual) sobre o índice geral.

Como ficou o resultado, por grupos, do IPCA?

  • Transportes: 1,30%;
  • Alimentação e bebidas: 0,96%;
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,70%;
  • Despesas pessoais: 0,51%;
  • Educação: 0,26%;
  • Artigos de residência: -0,09%;
  • Vestuário: -0,14%;
  • Comunicação: -0,17%;
  • Habitação: -3,08%.

Assim, veja o impacto, por grupos, na inflação em janeiro:

  • Transportes: 0,27 ponto percentual;
  • Alimentação e bebidas: 0,21 ponto percentual;
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,09 ponto percentual;
  • Despesas pessoais: 0,05 ponto percentual;
  • Educação: 0,02 ponto percentual;
  • Artigos de residência: 0 ponto percentual;
  • Comunicação: -0,01 ponto percentual;
  • Vestuário: -0,01 ponto percentual;
  • Habitação: -0,46 ponto percentual.
Banco Central (Foto: Reprodução / Globo)

Conclusão

Assim, para janeiro, o mercado aposta no avanço de 0,15% dos preços de bens e produtos no Brasil. Por fim, o Banco Central que tem o papel de controlar o avanço da inflação por meio da taxa de juros (a Selic), informou que a meta tem 50% de chance de ser descumprida em 2025.

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