Saiba mais sobre saída de gigante do Botafogo e substituto confirmado em plena sexta-feira (17)

Na tarde de hoje, sexta-feira (17/04), o TV Foco chega com mais informações sobre saída de gigante do Botafogo em 2026.

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Isso porque, a Reebok não será mais fornecedora de materiais esportivos do Fogão. No caso, o clube carioca anunciou, na tarde de ontem, a saída da marca após pouco mais de 3 anos.

“OBRIGADO, REEBOK. Há três anos, a SAF Botafogo recebia a Reebok como sua primeira fornecedora de material esportivo, marcando um novo momento na história do Glorioso e o retorno da marca ao futebol. Nesse período, a parceria resgatou o orgulho de ser alvinegro, de ser original do Rio de Janeiro e mostrou ao mundo inteiro que aqui é Botafogo”, começou a publicação.

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E continuou: “O Botafogo agradece à Reebok pelos três anos de parceria e pela contribuição essencial na construção de novos capítulos da história do Mais Tradicional. A marca segue vestindo nossos atletas por um período de transição até o lançamento dos novos uniformes”.

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Mais sobre o substituto da Reebok

Após encerrar o contrato com a empresa, o Botafogo tem um acordo encaminhado com a Mizuno para ser substituta da empresa de material esportivo.

A marca japonesa fechará contrato para estampar os uniformes alvinegros por três anos e meio, ou seja, até 2029.

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Atualmente, a Mizuno patrocina outras equipes tradicionais do futebol mundial, como a Lazio, da Itália, e o Monaco, da França.

Como era o contrato do Glorioso com a Reebok?

O Botafogo havia anunciado o acordo com a Reebok, patrocinadora de material esportivo, em 4 de novembro de 2022. Na época, o contrato seria válido por 3 anos, ou seja, até 2025, após isso, esticaram por mais um período.

Inclusive, o contrato não incluía um valor mínimo de garantia, sendo assim, o clube ficou com apenas os royalties, que para quem não sabe, é referente ao percentual nas vendas de produtos. Na época, era um repasse de 5% a 10%.

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Além disso, o contrato não dava nenhum tipo de bônus e nem premiações em caso de títulos, segundo informações do site Goal. E por fim, na época em que o contrato foi assinado, o clube tinha direito a 15 mil peças por ano, passando disso, precisaria pagar do próprio bolso.

Na época, o acordo entre o Botafogo e a empresa foi conduzido diretamente por John Textor, presidente e dono do clube carioca.