Engolida pela Brastemp e Consul: O fim chocante de marca de gigante de eletrodomésticos após 50 anos no Brasil
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Empresa teve o nome extinto do mercado (Foto: Divulgação)
Companhia acabou se juntando com as concorrentes, mas teve o nome extinto e sumiu das lojas depois de longas décadas de sucesso
Uma popular marca de eletrodomésticos figurou entre as principais do Brasil. Foi uma importante história no mercado, até que ela acabou sendo derrubada pela Brastemp e a Consul, que seguem forte no setor até hoje.
Fundada no ano de 1946, a empresa foi revolucionária ao lançar fogões, fornos, lava-louças, entre outros produtos que mostravam uma alta tecnologia para a época. Durante um bom tempo, eles estiveram na lista dos mais vendidos do país.
Segundo o Design Cultura, a Semer teve uma alta demanda de vendas em seus 50 anos de história. Consagrada nas lojas, a marca, com certeza, esteve presente na casa de muita gente, antes de sumir de vez do mapa nacional, dando espaço às antigas concorrentes.
Em 1984, a companhia havia sido incorporada ao Grupo Brasmotor, o que aumentou ainda mais o volume dos eletrodomésticos. Após uma década, eles se uniram com a Brastemp e a Consul, com quem disputavam clientes nos shoppings de todo o país, antes de juntarem forças.
O trio acabou formando uma única empresa, a Multibrás, que havia se tornado a maior indústria e produtora de equipamentos residenciais de linha branca da América Latina. Apesar de não ter enfrentado nenhum processo de falência, a Semer acabou sumindo do catálogo, por causa do destaque das outras duas parceiras.
Em 1996, já não havia mais nenhuma produção com o nome deles, que foi totalmente engolido pela Brastemp e a Consul. Hoje, em 2024, ambas continuam aparecendo na lista das 10 marcas mais vendidas desse setor. De acordo coma Leroy Merlin, a Electrolux lidera o ranking que também conta com outras rivais, como a Philco.
Uma matéria do G1 revelou que, no ano de 2017, a Electrolux, que segue no topo, comprou a Continental na América Latina. Antes disso, ela pertencia à Mabe Brasil, que teve sua importância no varejo, mas acabou caindo em falência. O investimento teria sido de R$ 70 milhões em um leilão sobre a massa falida da antiga dona.
O que acontece em casos de falência?
Esse processo reúne os bens da instituição e dos donos, apontando o que deve ser liquidado para pagar as dívidas em aberto. Ele pode levar longos anos na Justiça, assim como também pode ser revertido, caso o responsável consiga achar um jeito de levantar a empresa novamente.
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