Bruno Gagliasso e Gio Ewbank vão aos tribunais por dívida absurda e penhora de bens de moça é decretada

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

19/09/2022 às 12:58 · Tempo de leitura: 3 minutos

Bruno Gagliasso e Gio Ewbank vão aos tribunais por dívida absurda e penhora de bens de moça é decretada (Foto: Reprodução)

Bruno Gagliasso e Gio Ewbank se metem em nova polêmica e acabam nos tribunais

Bruno Gagliasso e Gio Ewbank estão pedindo o auxilio da justiça do Rio de Janeiro e foram aos tribunais  para encontrar sua ex-advogada, Isabela Brito Guerra.

O casal afirma que a profissional desviou dinheiro deles e afirmam que a procuram desde 2017, quando ela saiu do país.

Gio Ewbank, de acordo com o site Notícias da TV, teve que pedir ajuda da Delemig (Delegacia de Imigração da Polícia Federal) para procurar a advogada, mesmo ela estando fora do Brasil.

Contudo, mesmo com as intensas buscas, ela não foi encontrada. De acordo com documentos oficiais, um oficial de Justiça deve cobrar a dívida, acrescida das despesas processuais e honorários advocatícios.

O prazo para que a advogada pague o que deve a Bruno Gagliasso e Gio Ewbank é de três dias, a partir do momento em que ela receber a notificação judicial.

“Os bens não poderão ser alienados caso lá permaneçam por mais de 90 dias. O mesmo vale para a hipótese de arresto de bens e caso Giovanna indique na petição inicial algum bem móvel a penhora”, informa o documento.

Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso (Foto: reprodução)

Mais detalhes sobe o caso

De acordo com informações do site, Bruno Gagliasso e Gio Ewbank prestou queixa contra a advogada, em 2017, o  na 16ª DP (Barra da Tijuca), no Rio de Janeiro.

Bruno e Gio alegam que foram incentivados pela advogada, em 2010, a investir em um leilão para arrematar imóveis alienados na Justiça. Desde então, a advogada sumiu e não os informou sobre o andamento do processo.

A advogada então, de acordo com o casal, teria desaparecido com R$ 180 mil. Aliás, atualmente o valor passa dos R$ 200 mil por correção e juros.

No documento oficial do despacho ainda diz: “Giovanna fica ciente de que a contratação das despesas necessárias à concretização do depósito do bem corre por sua conta, razão pela qual o mesmo deverá se dirigir à Central de Mandados, efetuar contato com o Oficial de Justiça responsável pela diligência e informar dos meios operacionais que fornecerá para eventual transporte de bens ao Depósito Público”.

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