Carla Diaz comemora sucesso e fala sobre novos projetos na carreira
Carla Diaz (Foto: Divulgação/Globo)
Carla Diaz (Foto: Divulgação/Globo)
Aos 27 anos de idade e já com 25 anos de carreira, a atriz Carla Diaz, que voltou para a Globo após passar 8 anos na Record e fez o maior sucesso em A Força do Querer, fez um balanço de sua carreira e comemorou.
Ela está lançando uma coleção de acessórios e agora está protagonizando um filme, Jogos Clandestinos. “Ter uma coleção com meu nome é uma grande realização. É um sonho de criança. Me sinto com mais poder. E, no meu primeiro filme, eu já sou a protagonista, Margarida. Faço uma garçonete de um cassino clandestino que é meio que nem a Carine, quer se dar bem na vida e rápido”, disse ela.
+Andréa Nóbrega vai parar em hospital, é internet e tem suspeita de H1N1
Carla relembrou também quando foi chamada para o papel de Carine na novela de Gloria Perez: “Era uma participação e teve um estouro inesperado. O momento ainda é da Carine, mas também acho que vou ter cem anos e as pessoas vão se lembrar do Inshallah”, conta, referindo-se ao bordão de Khadija, que significa “se Deus quiser”.
A atriz relembrou ainda a sensualidade de sua personagem e a repercussão do papel: “Tinha muito sex appeal, um rebolado e o lance do funk. Não ando com aquelas roupas, então, pessoalmente, os homens chegam com respeito. Mas, na internet, é outra coisa, eles perdem o filtro”, falou.
+SBT exibe chamada de sua nova aposta dos domingos
Ainda este ano, Carla voltará ao ar na TV. “Tem novela, mas ainda não posso contar. Adianto que vou continuar em casa”, revelou ela.
Mais lidas
ver todas- Câncer fatal: A morte devastadora de atriz mais amada da Globo e Ana Maria aos prantos com anúncio de luto
- Ex de Roberto Carlos terminou ao descobrir o que ele escondia
- "Ainda choram por mim": Carta psicografada inédita de Dinho, do Mamonas, revela culpado por sua morte
- Lucimara Parisi, braço direito de Faustão, vive assim hoje
- Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal