Carla Diaz sofre reviravolta em filme de Suzane Von Richthofen e fotos inéditas são vazadas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
A atriz Carla Diaz e Suzane Von Ritchtofen (Foto: Divulgação)
A atriz Carla Diaz como Suzane Von Ritchtofen (Foto: Divulgação)
Carla Diaz viverá Suzane Von Richthofen no cinema tem primeiras fotos oficiais divulgadas.
Carla Diaz promete dar o que falar no próximo ano. Após sua passagem por ‘A Força do Querer’ da Rede Globo como Carine, a rival de Bibi Perigosa (Juliana Paes), a loira vai encarar um papel bastante polêmico na telona dos cinemas. A atriz vai viver na pele Suzane Von Richthofen, a jovem que tramou o assassinato dos pais em outubro de 2002. Um ponto interessante que cerca o longa é que ele será contado em dois filmes diferentes e quem deu a notícia foi a Galeria Distribuidora. O filme estava previsto com lançamento ainda para este ano, porém, “A menina que matou os pais” só chega aos cinemas em 2020 junto de “O menino que matou meus pais”.
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O segundo longa-metragem conta a história com uma perspecção diferente do primeiro. Uma das curiosidades é que os dois serão lançados no mesmo dia e também terão sessões intercaladas. Além de Carla Diaz, o longa traz a partição do ator Leonardo Bittencourt como Daniel Cravinhos e Allan Souza Lima como Cristian Cravinhos. O perfil no Instagram da ‘Galeria Distribuidora’ que está produzindo o filme também trouxe alguns esclarecimentos e fatos relevantes sobre o filme. A distribuidora de longas-metragens deixou claro que é um filme produzido 100% com investimento privado, sem verba pública (Lei Rouanet, fundo setorial e outros meios).
Carla Diaz como Suzane von Richthofen (Reprodução)
Suzane Von Richthofen, Daniel e Cristian Cravinhos não estão envolvidos e tampouco têm contato com os atores, produtores, diretores ou a equipe. Nem Suzane, nem os irmãos Cravinhos ou qualquer outra pessoa retratada no filme receberá dinheiro da produção, de bilheteria ou de direitos autorais. Como é um caso público e a produção só se baseia nos autos do processo, sem conexão com os envolvidos, não haverá qualquer tipo de pagamento. A produção deixa ao público a interpretação dos fatos e das versões. O filme é uma adaptação cinematográfica de uma história real, reconstituída a partir das informações que constam nos autos do processo, em especial os depoimentos dos envolvidos.
Por: Adriel Marques
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