Youtuber Carlinhos Maia se envolveu em nova confusão ao mandar jovem se matar (Foto: Reprodução)

Carlinhos Maia se envolveu em nova confusão ao mandar jovem se matar (Foto: Reprodução)

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Carlinhos Maia se envolveu em nova polêmica e recebeu alerta de prisão

O youtuber e digital influencer Carlinhos Maia acabou começando o mês de setembro se envolvendo em uma grande polêmica. Acontece que ele acabou incitando um jovem de 16 anos a se matar em um vídeo gravado em seu perfil no Instagram.

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“Você achava mesmo que ia ser fácil? Eu vejo meninos aqui com 16 anos me mandando ‘Eu quero me matar’. Vai, ô, imbecil. Vai se matar porque você nem começou a vida ainda”, disparou o digital influencer, causando revolta nas redes sociais.

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Assista ao vídeo onde Carlinhos Maia manda jovem se matar a seguir!

Pois então, na manhã desta segunda-feira (02), o youtuber Felipe Neto resolveu usar o seu perfil no Twitter para fazer alguns posts criticando a atitude tomada por Carlinhos Maia. Felipe Neto classificou a atitude de Carlinhos Maia como algo ‘inacreditável’, e acabou mencionando o Setembro Amarelo, que de forma anual reúne campanhas e prol da saúde mental e de prevenção ao suicídio.

Horas depois, o youtuber voltou a compartilhar um trecho do Código Penal, o artigo 122 do decreto-lei, onde deu a entender que Carlinhos Maia cometeu um crime, e pode sofrer pena de dois a seis anos de prisão.

Segundo relatórios da Organização Mundial da Saúde, a postura do digital influencer foi errada. Na oportunidade ele considerou que 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais, que podem ser evitados caso as causas forem tratadas de forma correta.

De acordo com o psiquiatra José Alberto, que é pós-doutor pela Universidade de Illinois, dos Estados Unidos, e professor da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp, “a ideia de que o suicídio é um ato de liberdade e um exercício de livre arbítrio está errada”.

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“A doença mental limita a liberdade da pessoa e a capacidade de escolha. É importante lembrar que o suicídio está na maior parte das vezes atrelado a uma doença passível de tratamento e prevenção”, alerta o profissional.