Carlinhos Maia manda adolescente se matar e recebe alerta sobre prisão: "De dois a seis anos"

Carlinhos Maia se envolveu em nova confusão ao mandar jovem se matar (Foto: Reprodução)

Carlinhos Maia se envolveu em nova confusão ao mandar jovem se matar (Foto: Reprodução)
Carlinhos Maia se envolveu em nova polêmica e recebeu alerta de prisão
O youtuber e digital influencer Carlinhos Maia acabou começando o mês de setembro se envolvendo em uma grande polêmica. Acontece que ele acabou incitando um jovem de 16 anos a se matar em um vídeo gravado em seu perfil no Instagram.
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“Você achava mesmo que ia ser fácil? Eu vejo meninos aqui com 16 anos me mandando ‘Eu quero me matar’. Vai, ô, imbecil. Vai se matar porque você nem começou a vida ainda”, disparou o digital influencer, causando revolta nas redes sociais.
Assista ao vídeo onde Carlinhos Maia manda jovem se matar a seguir!
Pois então, na manhã desta segunda-feira (02), o youtuber Felipe Neto resolveu usar o seu perfil no Twitter para fazer alguns posts criticando a atitude tomada por Carlinhos Maia. Felipe Neto classificou a atitude de Carlinhos Maia como algo ‘inacreditável’, e acabou mencionando o Setembro Amarelo, que de forma anual reúne campanhas e prol da saúde mental e de prevenção ao suicídio.
Atenção aos próximos stories.
Continua depois da publicidadeEm seu instagram, @felipeneto comenta sobre a necessidade em se informar acerca da depressão e o cuidado que se deve ter ao falar sobre o assunto.
Confira o vídeo mencionado: https://t.co/cGtkmq9wRi
[segue a thread] pic.twitter.com/oBe9lTSzQD
— Support Felipe Neto ⓢ (@SupportFeNeto) September 2, 2019
Horas depois, o youtuber voltou a compartilhar um trecho do Código Penal, o artigo 122 do decreto-lei, onde deu a entender que Carlinhos Maia cometeu um crime, e pode sofrer pena de dois a seis anos de prisão.
Só passando pra lembrar que pic.twitter.com/MQiTAZHq1E
— Felipe Neto (@felipeneto) September 2, 2019
Segundo relatórios da Organização Mundial da Saúde, a postura do digital influencer foi errada. Na oportunidade ele considerou que 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais, que podem ser evitados caso as causas forem tratadas de forma correta.
De acordo com o psiquiatra José Alberto, que é pós-doutor pela Universidade de Illinois, dos Estados Unidos, e professor da Universidade Federal de São Paulo, a Unifesp, “a ideia de que o suicídio é um ato de liberdade e um exercício de livre arbítrio está errada”.
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“A doença mental limita a liberdade da pessoa e a capacidade de escolha. É importante lembrar que o suicídio está na maior parte das vezes atrelado a uma doença passível de tratamento e prevenção”, alerta o profissional.