Carlos Alberto de Nóbrega abriu o jogo sobre a profissão em conversa com Celso Portiolli, que foi convidado de seu podcast

Carlos Alberto de Nóbrega revelou qual é a sua única objeção para trabalhar no SBT. Após mais de 35 anos no comando de “A Praça é Nossa”, do SBT, o veterano contou que é completamente impossível fazer o programa ao vivo na emissora, em um bate-papo com Celso Portiolli, no “O Pod é Nosso”.

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“Pode me mandar embora, mas eu não faço. Cada um tem o seu momento, os seus dois minutos de glória, então cada um quer ficar meia hora. Se fosse ao vivo ia entrar o Matheus [Ceará], ia entrar a Nina, ia entrar o Porpetone e acabou o programa. Porque eles esticam mais do que elástico, e você fazendo gravado, como é o meu caso, eu gravo 90 minutos para ficar 75 anos. E eu é que edito o programa”, declarou.

MESMA FUNÇÃO

Celso Portiolli, que ainda faz o “Domingo Legal” ao vivo, contou que também já teve a mesma função de Carlos Alberto de Nóbrega. “Eu editei muito programa, fui editor, e até hoje, você vai lá na televisão”, entregou.

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PRAZER NA CARREIRA

O apresentador perguntou ao dono da “Praça” de onde ele tira tesão para gravar, editar, fazer podcast, mesmo com 86 anos de idade.

“Sei lá, acho que é amor. Eu amo o que eu faço. Eu falei um dia desses e vou repetir. Eu nasci dentro do rádio, eu comecei a engatinhar dentro de uma rádio. A rádio Ipanema, do Rio de Janeiro, que meu pai tinha um programa às 8h da manhã. A gente morava em Botafogo que não tem areia, então meu pai me levava para o terraço da rádio Ipanema, e eu ficava com a babá tomando banho de sol”, contou.

Carlos Alberto continuou: “Eu comecei a engatinhar, eu ia para o colo do Grande Otelo, da Dercy Gonçalves. Está no meu sangue, eu não consigo me ver fazendo outra coisa. Eu não consigo”.

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Carlos Alberto de Nóbrega (Foto: Reprodução/YouTube)

Carlos Alberto de Nóbrega (Foto: Reprodução/YouTube)

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