
Legenda da imagem
O Maior Brasileiro adquiriu forma, está atraente e Nascimento soube manter sua simpatia e inteliêgencia fora da bancada. Após a pancada e o ridículo provocados por escolhidos completamente fora do aceitável, fazendo o programa cair em descrédito, atualmente vemos algo bem acabado, atraente, conduzido com maestria e com o respeito exigido por um semi-jornalístico.
Indo além da simples redação, a equipe trouxe a opinião de quem viveu com Chico Xavier e Irmã Dulce. Não se permitiram ao simples banco de dados, procuraram quem poderia nos servir com a experiência do cotidiano. Este é o jornalismo útil. Não basta falar, tem que mostrar.
Nascimento ainda tem um vício à alterar, sua mania de interromper a exposição como se estivesse em debate político na tv. Ele tenta interrompe a exposição com interjeições bruscas. Precisa ser mais apresentador de palco nestas horas, falar de forma mansa, agir como se fosse amigo pessoal em churrasco de final de semana. Saliento outro ponto, Carlos precisa precisa dar tempero ao assunto do convidado. Se ele falar sobre um determinado instante da vida de Irmã Dulce, não pode simplesmente apertar a mão, agradecer e dar continuidade abordando outro tema. Esta é uma lição à Sílvio Santos, aproveitar, criar momentos dando sequência ao que foi dito. Sílvio faz piada até da cor da saia, do tipo de sapatos, de alguma expressão estranha, Nascimento apenas deixa o entrevistado falar e agradeço. Tem que ir além, Nascimento, é necessário atiçar a curiosidade do telespectador para o manter no canal.
Contato: @cleomarsantos