Carne podre, flagra da Vigilância e R$2 milhões em dívidas: A falência de açougue tradicional após escândalo
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Açougue tradicional chega ao fim por escândalo - Foto: Internet
O estabelecimento popular e queridinho do Brasil chegou ao fim após se afundar em uma crise amarga
Existem vários motivos que levam as empresas a irem ao fundo do poço, incluindo a falta de um plano de negócios, acompanhamento das necessidades do mercado e do público. Dessa vez, por exemplo, falaremos a respeito da falência de um açougue tradicional após uma grande polêmica.
Para quem não sabe, estamos falando a respeito do fim da Casa de Carnes Vargas, açougue de Cuiabá que era especializado em “cortes gourmet”. Vale dizer ainda que, a responsável por decretar a falência do empreendimento foi a juíza da 1° Vara Cível de Cuiabá, Anglizey Solivan de Oliveira.
Antes de qualquer coisa, é importante ter em mente que a empresa era uma das queridinhas do segmento. As carnes bovinas, inclusive, são ricas em nutrientes que são essenciais para o bom funcionamento do organismo, como por exemplo, os minerais e as vitaminas lipossolúveis. Além disso, ainda contam com uma enorme quantidade de ferro, zinco e as vitaminas B6 e B12, super benéficas para o corpo humano.
Mas, voltando ao caso, informações do portal Folha Max, o açougue estava atolado em dívidas de R$ 2 milhões. Além disso, é importante dizer que, no ano de 2023, eles acabaram sendo flagrados em uma grande polêmica. Na ocasião, a Vigilância Sanitária identificou que o estabelecimento possuia nada mais, nada menos do que 825 quilos de “carne podre”.
O decreto de falência veio pelo fato do açougue não ter conseguido superar as dívidas. Ainda de acordo com o Folha Max, um dos credores chegou a apresentar uma proposta para arrendar a massa falida e assim dar continuidade ao negócio. Porém, essa estratégia acabou não dando certo.
“O comando falencial no tempo é de suma importância à proteção do ativo, por conseguinte, dos direitos e interesses do colégio de credores, e se impõe frente ao descumprimento da norma legal e ausência de viabilidade da atividade econômica.”, destacou a juíza.
Diante disso, os bens da empresa foram usados para o pagamento de credores com prioridade aos trabalhadores e tributos federais. Na sequência são pagas as hipotecas, penhoras, os credores quirografários, além de acionistas e sócios. Vale lembrar que tudo isso é previsto em lei.
Ao procurar manifestações ou notas oficiais da empresa a respeito do ocorrido, as mesmas não foram encontradas, porém o espaço permanece sempre aberto caso desejar expor a sua versão dos fatos.
Qual a diferença entre falência e recuperação judicial?
Segundo informações do portal Vem Pra Dome, ambos os institutos têm como objetivo a satisfação de dívidas de uma empresa. Contudo, a principal diferença está na continuidade ou não do empreendimento.
No caso da recuperação judicial, se ganha tempo para recuperar a capacidade de gerar resultados na empresa. Por outro lado, na falência, não existe a reestruturação do negócio e ele acaba fechando as portas.
A ideia por trás da recuperação judicial é manter o negócio ativo, gerando empregos e possibilitando que a empresa consiga pagar as suas dívidas. Na falência, ocorre o encerramento do negócio, que é considerado irrecuperável.
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