Fim oficial: Carrefour passa o facão e confirma o encerramento de 2 serviços cruciais em país: "Inaceitáveis"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Carrefour entrou em guerra com empresa de alimentos (Foto: Reprodução/ Internet)
Carrefour confirmou encerramento de dois serviços em país
O Carrefour, sem a menor sombra de dúvidas, é uma das maiores redes de supermercado de todo o mundo. Dessa vez, por exemplo, a empresa esteve no centro dos holofotes em função da decisão de encerrar dois serviços cruciais em um país e chocou com a atitude inesperada.
De acordo com informações do jornal O Globo, o Carrefour surpreendeu, pois está deixando de vender produtos da PepsiCo, como os refrigerantes Pepsi e 7up e as batatas fritas Lay’s, porque seus preços estão muito elevados. A varejista e a empresa de alimentos decidiram declarar guerra.
A decisão do Carrefour cabe somente a França. Nas lojas da rede no país, os clientes serão informados da decisão por uma nota colocada nas prateleiras com produtos da PepsiCo. “Não estamos mais vendendo essa marca devido a aumentos de preços inaceitáveis”, informou um porta-voz do varejista.
Carrefour deixou um recado para os produtos da Pepsi em país (Foto: Reprodução/ Internet)
Até momento, não foi esclarecido se os produtos da PepsiCo que já se encontram nas prateleiras dos supermercados da rede serão retirados e que isso não pode impedir que os consumidores comprem os que estão em exposição. Vale lembrar que a decisão do Carrefour ocorreu, após os aumentos promovidos pela empresa.
Varejista decidiu entrar em guerra com a empresa (Foto: Reprodução/ Internet)
A PepsiCo já tinha aumentado os preços, mas decidiu promover um novo aumento quando percebeu que a demanda em seus produtos se manteve igual. Procurada após o anúncio do Carrefour, a empresa de alimentos não se pronunciou sobre o assunto. O fato que essa não é a primeira vez que isso acontece.
O que outros supermercados fizeram com a Pepsi?
No ano passado, redes de supermercados em vários países além da França, como Alemanha e Bélgica, anunciaram que interromperam os pedidos de empresas de bens de consumo devido aos aumentos de preços, uma forma de pressão durante as tensas negociações entre as partes devido à inflação.
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