Forte psicografia de menino assassinado pelo padrasto e encoberto pela própria mãe, vem repleto de relatos

Uma suposta carta psicografada intrigante transcrita por um mentor de Henry Borel (2016-2021) veio à tona em canal do YouTube.

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A princípio, a fonte destaca que o menino assassinado tinha apenas 4 anos e não sabia escrever, precisando da ajuda deste mentor espiritual.

Por outro lado, o conteúdo da psicografia é realmente surpreendente e traz revelações de arrepiar do menino ao Brasil.

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De acordo com leitura feita pelo canal ‘O Espiritualista’, do YouTube, e conforme apurado por nossos especialistas em psicografia do site TV Foco, este foi o recado:

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Forte carta psicografada de Henry Borel (Foto: Reprodução/ Instagram/ Montagem)
Forte carta psicografada de Henry Borel (Foto: Reprodução/ Instagram/ Montagem)

Carta psicografada de Henry Borel

“Oi, mamãe Monique. A sua carta me chegou às mãos no dia que marcaria meu quinto aniversário de vida. Como pude lê-la? Não me pergunte”, inicia.

“Ali estavam suas palavras revelando seus planos para uma festa com os doces que eu tanto adorava. Um sorriso aflorou em meu rosto”, diz a psicografia.

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Portanto, a carta psicografada de Henry Borel, enviada por mentor, revela: “Decidi compor minha própria carta destinada a você nessa eminência do dia das mamães”.

“Percebi que a senhora tem escrito bastante, uma sucessão de cartas, todas habilmente redigidas, nas quais fala muito sobre papai e o tio Jairinho, mas muito pouco sobre mim”.

Então, o menino falecido alega que não entendeu a motivação da mãe em escrever essas tais cartas, acreditando que fosse para forjar a narrativa às autoridades.

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A saber, Monique é a mãe do menino e Jairinho o padrasto, principais suspeitos do assassinato do pequeno Henry Borel.

Psiocografia de menino assassinado com revelações de arrepiar (Foto: Reprodução/ Internet)
Psicografia de menino assassinado com revelações de arrepiar (Foto: Reprodução/ Internet)

“O dia das mamães se tornou um momento de reflexão para mim. Se estivesse vivo, eu ansiaria por abraçá-la.”, diz a suposta carta psicografada.

Desse modo, o menino acrescenta em recado de arrepiar: “Inundá-la com beijos e desejar-lhe felicidade”, diz o menino.

Em seguida, Henry Borel fala sobre o amor de Jesus, o sermão das ‘bem-aventuranças’ e destaca sua paz e serenidade diante da breve existência.

Mas, o triste conteúdo da psicografia diz: “Fui espancado até a morte por um homem que tirava prazer de infringir violência brutal a pequenos seres”.

“Oh, mamãe, quando deixamos aquela casa em Bangu (RJ) para nos instalarmos em um sofisticado apartamento na Barra da Tijuca, eu não ligava para a vista privilegiada, mas sim para a esperança de encontrar um ambiente mais seguro, com novos amigos para brincar”.

Mãe a padrasto estão presos (Foto: Reprodução/Internet)
Mãe a padrasto estão presos (Foto: Reprodução/Internet)

Recado revelador ao Brasil

Depois, Henry Borel destaca na carta psicografada que não entende por que a mãe trocou o pai pelo ‘tio Jairinho’.

Como resultado, o menino disse que o pai sempre o tratava com carinho e alegria, se sentindo radiante ao lado dele, diferente do padrasto.

“O medo tomava conta de mim quando chegava a hora de voltar para casa. Sabe por quê, mamãe? Porque o tio Jairinho frequentemente invadia meu quarto e me castigava de forma tão cruel que eu mal podia respirar. Um garotinho de apenas 4 anos, mamãe, deveria se sentir amado e protegido.”

Porém a suposta carta psicografada entrega que o menino compreendia que a mãe gostava do padrasto, mas não via sentido nisso diante dos maus tratos, pois ele o odiava, segundo transcrição.

O menino ao lado de seu amado pai (Foto: Reprodução/ Internet)
O menino ao lado de seu amado pai (Foto: Reprodução/ Internet)

Conclusão da psicografia

Por fim, Henry Borel supostamente enviou: “Mamãe, ao ler a sua carta, eu imagino o quanto ficaria feliz com a minha festinha”.

“Amava bolo e doces de brigadeiro. Aqui, de longe, enquanto observo o abismo que nos separou, tento compreender as razões que a levaram encobrir o tio Jairinho”.

“Eu fiz de tudo, do meu jeito infantil, para que você percebesse a minha situação. Eu enviei sinais […] chorei, vomitei, time convulsões, mostrei o pânico em meu rosto e olhar”.

Em conclusão, o menino diz não compreender porque a mãe fingiu não notar os sinais dados por ele em vida, mas entendeu a escolha feita pela mãe em proteger o atual marido e não ele mesmo.

Qual a causa da morte de Henry Borel?

Henry Borel, de apenas 4 anos, foi assassinado pelo padrasto, e sua causa da morte, segundo documento da época, chamou atenção por cerca de 23 lesões constatadas em seu corpo.

Ademais, o documento destaca que a criança morreu em decorrência de uma laceração hepática e hemorragia interna causadas por ação contundente.

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