"Caótico": Carta psicografada inédita do Padre do Balão traz mensagem de arrepiar e como ele morreu
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Carta psicografada inédita do Padre do Balão é de arrepiar (Foto: Reprodução/ Internet)
Suposta carta psicografada inédita do Padre do Balão, Adelir Antônio, traz mensagem de arrepiar e como ele morreu
O pároco Adelir Antônio de Carli ficou bastante conhecido como o “Padre do Balão”, após um trágico acidente envolvendo um voo em balões.
Recentemente, 16 anos após o acidente, o nome do padre voltou a circular nas redes sociais. Isso porque, uma suposta carta psicografada inédita chega com mensagem de arrepiar.
De acordo com o portal ‘Magia e proteção’, supostamente psicografada pelo médium Ricardo Sanches de Andrade, de SP, a carta do padre revela detalhes de sua morte e dá uma lição sobre a fé ignorante.
Carta psicografada inédita do Padre do Balão
- Adelir Antônio de Carli, o padre do balão, crava mensagem importante em carta psicografada;
- O pároco relata detalhes de sua morte e o que sentiu no processo;
- Ele também dá detalhes sobre o seu desencarne;
- E crava uma mensagem de arrepiar sobre o cuidado com a fé cega e ignorante;
- A seguir, veja em detalhes.
Padre conta como morreu em suposta carta psicografada
“Salve a todos com a paz de Jesus Cristo! Eu sou Adelir Antônio de Carli e venho contar-lhes sobre o meu desencarne trágico, porém nobre […]”, assim começa a carta do padre.
Adelir conta sobre como sonhava em atrair atenção das pessoas com o intuito de fazer com que as pessoas fossem mais caridosas e ajudassem o próximo.
Ele detalha sobre o fatídico dia, sobre as movimentações, preparo e tudo mais. O padre conta o quão angustiante e dolorosa foi a sua morte.
“Os balões subiram rapidamente e os ventos os levaram para uma direção oposta à esperada. Eu estava perdendo o controle e tudo estava indo terrivelmente errado”, revela na suposta carta.
“Tentei utilizar o aparelho comunicador para pedir ajuda, mas minha inexperiência me impediu de fazê-lo adequadamente”, relata a psicografia.
“Enquanto os balões começavam a esvaziar e estourar, fui gradualmente caindo, e o cenário tranquilo que imaginei tornou-se caótico”, diz.
“A água do mar me aguardava abaixo, e meu coração estava repleto de temor. Com grande tristeza, percebi que minha missão generosa estava chegando a um fim prematuro e trágico”.
“Afundei nas águas do oceano, lutando para sobreviver. A parte da minha vida dedicada a ajudar os mais pobres e a minha conexão profunda com Deus e Jesus Cristo me trouxeram alguma tranquilidade em meio ao desespero”.
“Orei fervorosamente em busca de misericórdia divina e perdão, compreendendo que havia cometido um erro, movido pela fé sincera, mas imprudente”.
“Conforme o tempo passava, eu me cansava até me afogar, desencarnei. Parte do meu corpo foi consumida por tubarões e outros peixes marinhos”, finaliza o relato sobre sua morte.
Mensagem de arrepiar
No decorrer da carta, o padre fala como foi o seu desencarne e alerta a todos sobre a fé cega, que muitas vezes pode resultar em más consequências devido à negação de evidências científicas.
“[…] A ciência oferece respostas para muitas questões que é nessas respostas também que está a voz de Deus para nos auxiliar, a fé pode dar significado e propósito à busca científica […]”, diz o padre.
“[…] Em vez de abraçar a ignorância, devemos reconhecer que o conhecimento científico é um presente divino, projetado para nos guiar em direção ao progresso e ao entendimento de nós mesmos e do mundo que nos cerca […]”.
“[…] Que minha trajetória, agora impregnada de conhecimento e espiritualidade, possa ser um exemplo de fé racional, onde as verdades divinas e científicas se entrelaçam, trazendo luz e entendimento aos corações que buscam compreender a grandiosidade do plano divino [..]”, finaliza Adelir Antônio de Carli, o Padre do Balão.
Padre do Balão (Foto: Reprodução/ Internet)
Religioso ficou conhecido como 'padre do balão' (Foto: Reprodução Internet)
Adelir Antônio de Carli, antigo líder de igrejas, morreu após tentar cumprir desafio dos balões (Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Considerações finais
Um uma suposta carta psicografada, Adelir, o padre do balão, relata em detalhes o momento de sua morte e pós-morte.
Além disso, ele passa uma mensagem de se arrepiar sobre fé e ciência precisarem andar lado a lado. Ele alerta sobre a fé cega, ignorante, inconsequente, e negacionista do mundo racional e real.
Quantos balões tinha o padre do balão?
De acordo com o portal ‘CNN Brasil’, no dia 20 de abril de 2008, o padre Adelir de Carli, 41 anos, decolou em uma cadeira de plástico suspensa por 1.000 balões de gás hélio.
O desejo do pároco, que acabou ficando conhecido como “Padre do Balão”, era bater o recorde deste tipo de voo, que tinha a marca de 19 horas, uma a menos do que o trajeto pretendido.
A inspiração para tal feito surgiu ao conhecer a história de um norte-americano chamado Larry Walters, que em 1982 amarrou 42 balões de gás hélio a uma poltrona e arremeteu-se a 16 mil pés.
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