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Para alguns inovação de um diretor antenado em tudo e que deseja surpreender o público; para outros o desespero de quem precisa melhorar os índices de seu programa. E para você, o que representa a nova ideia de Boninho? O diretor do “Big Brother Brasil” fará um paredão surpresa, eliminará um casal, colocará no lugar outros dois participantes já escolhidos pela produção e ressuscitará a casa de vidro. Há quem afirme que a troca de confinados é um sinal de que a equipe do reality reconheceu que errou feio na seleção dos participantes e que o elenco é forte no físico, mas fraco no carisma. Outros garantem que a estratégia já estava prevista e foi definida nas primeiras reuniões sobre o reality show. O fato é que até o momento ninguém que está na casa conquistou o público, a audiência permanece abaixo do esperado e as baixarias não se transformaram em repercussão na mídia. Parece que o telespectador não está muito interessado na sexualidade e no que acontece embaixo dos edredons. Humor, conflitos entre os participantes, romances e situações inusitadas são mais eficientes nesse tipo de programa. Não adianta inventar e achar que o inusitado conquistará o público. Televisão não tem muito segredo. Criatividade é algo importante, mas entender quem está do outro lado da tela é fundamental

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